


A diretora de Redes e Associados da Anprotec, Maíra Nobre, representou a Associação nesta semana em dois importantes eventos voltados à inovação, ao empreendedorismo e ao desenvolvimento tecnológico, realizados em Campina Grande (PB): a 15ª FETECH – Feira Tecnológica de Campina Grande e o XX Encontro Nacional FORTEC 2026. As participações reforçaram a atuação da Anprotec na promoção da inovação, da transferência de tecnologia e da articulação entre universidades, ambientes de inovação e mercado.
Na FETECH, o debate abordou as competências necessárias para a construção de carreiras globais e para a promoção da transformação social:
“Falamos sobre as mudanças no mundo do trabalho impulsionadas pela inteligência artificial, pela transformação digital e pela internacionalização da economia; a importância de desenvolver competências técnicas e socioemocionais, construir uma trajetória profissional com propósito e comunicar, de forma estratégica, competências, valores e resultados.”
Também foram apresentadas estratégias para a internacionalização de carreiras, como a participação em iniciativas nacionais e internacionais de pesquisa e inovação, o domínio de idiomas e a organização de portfólios capazes de evidenciar competências e experiências profissionais.

Na sexta-feira (10), Maíra também participou do painel “Spin-offs Acadêmicas: Empreendedorismo por Design”, durante o XX Encontro Nacional FORTEC 2026. Moderado por Celeste Emerick, conselheira consultiva do FORTEC, o painel reuniu especialistas para debater estratégias de transformação da pesquisa científica em negócios inovadores, fortalecendo a criação de spin-offs acadêmicas e startups de base tecnológica.
Além de Maíra, participaram do painel Iara Regina da Silva Ferreira, da Inova Unicamp, e outros especialistas que discutiram métodos para acelerar a transformação das atividades de ensino, pesquisa e extensão em negócios inovadores, com destaque para práticas como alfabetização empreendedora, hackathons, matchmaking, redes de mentoria e programas de soft landing.
Representando a Anprotec, Maíra destacou que o fortalecimento das spin-offs acadêmicas depende da integração entre os diferentes atores do ecossistema de inovação.
“As spin-offs acadêmicas são resultado de uma jornada que depende da atuação articulada de diferentes instituições. O FORTEC e a Anprotec exercem papéis complementares nesse processo: enquanto os Núcleos de Inovação Tecnológica apoiam a proteção e a transferência do conhecimento gerado nas instituições de pesquisa, os ambientes de inovação oferecem as condições para que essas tecnologias evoluam, atraiam empreendedores, investidores e parceiros e alcancem o mercado. É dessa conexão entre ciência, empreendedorismo e inovação que surgem negócios capazes de gerar desenvolvimento econômico e impacto para a sociedade.”
