{"id":9064,"date":"2014-12-17T09:28:07","date_gmt":"2014-12-17T12:28:07","guid":{"rendered":"http:\/\/anprotec.org.br\/site\/?p=9064"},"modified":"2014-12-19T08:59:50","modified_gmt":"2014-12-19T11:59:50","slug":"brasil-quer-promover-inovacao-no-turismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/2014\/12\/brasil-quer-promover-inovacao-no-turismo\/","title":{"rendered":"Brasil quer promover inova\u00e7\u00e3o no turismo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-9065\" alt=\"11.12 - Assinatura de protocolo de inten\u00e7\u00f5es com o Minist\u00e9rio do Turismo\" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/11.12-Assinatura-de-protocolo-de-inten\u00e7\u00f5es-com-o-Minist\u00e9rio-do-Turismo-270x160.jpg\" width=\"270\" height=\"160\" \/>Desenvolver uma agenda de inova\u00e7\u00e3o e de pesquisa cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica no turismo \u00e9 o objetivo de protocolo de inten\u00e7\u00f5es assinado na \u00faltima quinta-feira (11) entre ministros da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o, Clelio Campolina Diniz, e do Turismo, Vinicius Lages, e o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq\/MCTI), Glaucius Oliva. O instrumento tem vig\u00eancia inicial de cinco anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"line-height: 1.5em\">Foto: Campolina (ao centro), Vinicius Lages e Glaucius Oliva assinam o documento no MCTI.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As medidas previstas incluem bolsas no pa\u00eds e no exterior, fomento a redes de observat\u00f3rios, editais de fomento \u00e0 pesquisa, est\u00edmulo ao empreendedorismo, apoio ao desenvolvimento de tecnologias da informa\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o do conhecimento por meio de publica\u00e7\u00f5es e eventos. Outro item \u00e9 a premia\u00e7\u00e3o de estudos com foco nos eixos estrat\u00e9gicos do novo ciclo do turismo e de cidades inteligentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;Com o aumento da renda, cada vez mais as pessoas est\u00e3o desejosas de consumir aquilo que vai al\u00e9m de suas necessidades b\u00e1sicas. Querem lazer, mais oportunidades, querem conhecer outras localidades e ter mais acesso \u00e0 cultura e \u00e0s reservas naturais&#8221;, disse Campolina. &#8220;Com nossa dimens\u00e3o territorial, quando a gente compara as cifras brasileiras \u00e0s de outros pa\u00edses v\u00ea que o potencial tur\u00edstico \u00e9 muito maior que aquele que j\u00e1 est\u00e1 sendo explorado.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O titular do MCTI destacou a necessidade de capacita\u00e7\u00e3o para lidar com a diversidade natural e cultural do pa\u00eds. Tamb\u00e9m observou que a futura parceria tem um car\u00e1ter in\u00e9dito no pa\u00eds e seu efeito se multiplicar\u00e1 no que diz respeito aos recursos humanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para o ministro Vinicius Lages, a inova\u00e7\u00e3o representa a chance de um grande ganho em efici\u00eancia e qualidade na oferta tur\u00edstica brasileira. Como exemplos da aplica\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia e tecnologia na \u00e1rea, ele lembrou da ind\u00fastria criativa em eventos como o Carnaval e o Festival de Parintins, da log\u00edstica de locomo\u00e7\u00e3o, das tecnologias assistivas que garantem o acesso de pessoas com defici\u00eancia \u00e0s atra\u00e7\u00f5es, da melhoria das condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a nos parques nacionais, da efici\u00eancia energ\u00e9tica e da gest\u00e3o de res\u00edduos. &#8220;O turismo \u00e9 um grande receptor da inova\u00e7\u00e3o que ocorre nos laborat\u00f3rios, na academia e nas empresas, mas tamb\u00e9m \u00e9 um indutor da inova\u00e7\u00e3o&#8221;, resumiu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Hospitalidade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Lages apontou a dimens\u00e3o humana como fundamental para a \u00e1rea e disse que saber cuidar melhor das pessoas \u00e9 um grande desafio para o Brasil. &#8220;Num pa\u00eds que vai ter uma demografia que vai exigir mais cuidado [a m\u00e9dia de idade deve aumentar nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas], essa hospitalidade \u00e9 um campo de conhecimento sofisticado e tem portabilidade&#8221;, disse. &#8220;Em qualquer \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o, quem souber fazer da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o algo prazeroso, memor\u00e1vel, isso vai valer. Na \u00e1rea de sa\u00fade, na \u00e1rea de educa\u00e7\u00e3o, outros campos da economia.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A necessidade de aprofundar o conhecimento sobre o pa\u00eds para &#8220;oferecer o melhor&#8221; para os visitantes e alavancar a \u00e1rea tamb\u00e9m foi ressaltada por Glaucius Oliva. &#8220;Essa \u00e9 uma ind\u00fastria com potencial n\u00e3o s\u00f3 econ\u00f4mico, mas principalmente social, pela sua permeabilidade na popula\u00e7\u00e3o. Gera emprego, gera renda&#8221;, comentou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ele lembrou que o CNPq se aproxima de uma centena de chamadas p\u00fablicas focadas em \u00e1reas espec\u00edficas de desenvolvimento, lan\u00e7ados com outros minist\u00e9rios e \u00f3rg\u00e3os do governo. &#8220;Ci\u00eancia, tecnologia e especialmente seu impacto na inova\u00e7\u00e3o \u00e9 muito transversal a todas as \u00e1reas governamentais, e toda gest\u00e3o moderna se ampara no patrim\u00f4nio de conhecimento da na\u00e7\u00e3o na hora de formular pol\u00edticas p\u00fablicas&#8221;, disse. Segundo o presidente da ag\u00eancia, o volume de projetos recebidos mostra que a comunidade cient\u00edfica est\u00e1 pronta para desafios como esse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">* Com foto e informa\u00e7\u00f5es do MCTI<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><!--:pt-->Titulares do MCTI e do MTur assinaram protocolo de inten\u00e7\u00f5es com o presidente do CNPq para desenvoler agenda de inova\u00e7\u00e3o e de pesquisa cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica no turismo.<!--:--><\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":9065,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[3],"tags":[],"calendar":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9064"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9064"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9064\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9067,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9064\/revisions\/9067"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9065"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9064"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9064"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9064"},{"taxonomy":"calendar","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/calendar?post=9064"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}