{"id":63748,"date":"2026-06-30T13:16:52","date_gmt":"2026-06-30T16:16:52","guid":{"rendered":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/?p=63748"},"modified":"2026-07-06T13:18:28","modified_gmt":"2026-07-06T16:18:28","slug":"workshop-discute-estrategias-de-educacao-empreendedora-para-o-mercado-com-foco-em-deep-tech","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/2026\/06\/workshop-discute-estrategias-de-educacao-empreendedora-para-o-mercado-com-foco-em-deep-tech\/","title":{"rendered":"Workshop discute estrat\u00e9gias de educa\u00e7\u00e3o empreendedora para o mercado com foco em deep tech"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wpa-warning wpa-image-missing-alt wp-image-63749 aligncenter\" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/workshop-1-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"628\" height=\"471\" data-warning=\"Missing alt text\" srcset=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/workshop-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/workshop-1-195x146.jpg 195w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/workshop-1-50x38.jpg 50w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/workshop-1-100x75.jpg 100w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/workshop-1.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 628px) 100vw, 628px\" \/><\/div>\n<div>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Atividade interativa com participantes abordou os principais desafios da forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, apresentando exemplos de cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e oportunidades para neg\u00f3cios inovadores<\/em><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Manaus, 30 de junho de 2026 \u2013 A origem do empreendedorismo deep tech ocorre, em grande parte, dentro de institui\u00e7\u00f5es de ensino superior (IES), por meio de pesquisas cient\u00edficas, e em institui\u00e7\u00f5es de ci\u00eancia e tecnologia (ICT). O tema foi discutido no Workshop 1 \u2013 Empreendedorismo Deep Tech: Da P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o ao Mercado, realizado durante a 36\u00aa Confer\u00eancia Anprotec. A atividade abordou, de forma pr\u00e1tica, estrat\u00e9gias para transformar pesquisas em empreendimentos inovadores, destacando a import\u00e2ncia da articula\u00e7\u00e3o entre diferentes atores do ecossistema brasileiro.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como mediadora do workshop, Ana Carolina Cal\u00e7ado, CEO e presidente da Wylinka, destacou que a jornada do pesquisador at\u00e9 a inser\u00e7\u00e3o no mercado \u00e9 marcada por diversos desafios. Dessa forma, a atividade buscou compreender as dificuldades apresentadas pelos participantes para que os convidados pudessem compartilhar solu\u00e7\u00f5es e caminhos capazes de facilitar esse processo e contribuir para a gera\u00e7\u00e3o de resultados.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A atividade contou com a participa\u00e7\u00e3o de Paulo Renato Macedo Cabral, gerente de Inova\u00e7\u00e3o do Sebrae Nacional; Daniela Fernandes, CEO da DIASCI; e Tiago Quim, coordenador de Projetos e Inova\u00e7\u00e3o do Parque Cient\u00edfico da UFRGS. Os convidados contribu\u00edram com reflex\u00f5es sobre as diferentes etapas da jornada de desenvolvimento de deep techs, desde a forma\u00e7\u00e3o do pesquisador at\u00e9 a atua\u00e7\u00e3o de ambientes de inova\u00e7\u00e3o universit\u00e1rios e instrumentos de fomento.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes de iniciar as apresenta\u00e7\u00f5es, Ana Carolina Cal\u00e7ado realizou uma intera\u00e7\u00e3o com a plateia para conhecer as institui\u00e7\u00f5es e os estados de origem dos participantes, identificando a diversidade de perfis presentes na atividade. Em seguida, explicou a din\u00e2mica do workshop e destacou desafios recorrentes compartilhados pelos participantes, como governan\u00e7a e articula\u00e7\u00e3o, conex\u00e3o entre academia e mercado, capacidade empreendedora e investimentos.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A mediadora tamb\u00e9m ressaltou a import\u00e2ncia da perspectiva regional, destacando que, apesar dos desafios comuns, cada macrorregi\u00e3o brasileira apresenta particularidades e demandas espec\u00edficas para o desenvolvimento de neg\u00f3cios inovadores.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A jornada de uma cientista at\u00e9 o mercado<\/strong><\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Daniela Fernandes iniciou sua participa\u00e7\u00e3o relembrando sua trajet\u00f3ria profissional, marcada pelo ingresso na gradua\u00e7\u00e3o em Qu\u00edmica com o objetivo de seguir carreira acad\u00eamica. Esse prop\u00f3sito tamb\u00e9m a levou a cursar programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e concluir o doutorado. No entanto, durante essa etapa, a pesquisadora passou a questionar por que muitos conhecimentos desenvolvidos na academia n\u00e3o chegavam ao mercado.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u201cSinto que \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o minha, como profissional formada pela universidade p\u00fablica, devolver esses conhecimentos para a popula\u00e7\u00e3o. \u00c9 o p\u00fablico que mant\u00e9m essas institui\u00e7\u00f5es\u201d<\/strong>, afirmou.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A partir de novas experimenta\u00e7\u00f5es, Daniela identificou oportunidades para transformar os resultados da pesquisa em benef\u00edcios para a sociedade. Ap\u00f3s a inscri\u00e7\u00e3o em editais, a proposta da CEO da DIASCI foi aprovada pelo programa Catalisa, do Sebrae, iniciativa que, segundo ela, foi fundamental para diferenciar os objetivos da pesquisa acad\u00eamica daqueles relacionados ao mercado.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao abordar os desafios enfrentados nessa transi\u00e7\u00e3o, a pesquisadora destacou dificuldades relacionadas \u00e0 compreens\u00e3o do funcionamento do mercado, \u00e0 busca por parceiros para valida\u00e7\u00e3o e aos processos regulat\u00f3rios. Nesse sentido, ressaltou a necessidade de fortalecer conex\u00f5es entre regula\u00e7\u00e3o, startups, institui\u00e7\u00f5es de fomento e ind\u00fastria.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Pessoas, tempo, infraestrutura, capital e cultura<\/strong><\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Paulo Renato Macedo Cabral destacou que um dos principais elementos para o desenvolvimento de uma deep tech \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o qualificada de profissionais. Segundo o gerente do Sebrae, os programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o possuem papel essencial na transforma\u00e7\u00e3o da economia brasileira.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u201cQuando falamos de deep tech, esse setor \u00e9 formado por pessoas. Sem a forma\u00e7\u00e3o qualificada, n\u00e3o existir\u00e3o neg\u00f3cios inovadores nesse setor e n\u00f3s seremos um pa\u00eds fadado a commodities\u201d,\u00a0<\/strong>afirmou.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O palestrante tamb\u00e9m destacou outros fatores fundamentais para o desenvolvimento desses neg\u00f3cios, como disponibilidade de tempo, paci\u00eancia e persist\u00eancia. A infraestrutura, especialmente aquela dispon\u00edvel nas universidades, tamb\u00e9m foi apontada como um elemento estrat\u00e9gico para a cria\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o de deep techs.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, Paulo ressaltou que, embora todo empreendimento necessite de recursos financeiros, neg\u00f3cios desse setor demandam investimentos elevados devido ao alto grau de pesquisa e desenvolvimento envolvido. Para ele, o avan\u00e7o das deep techs depende tamb\u00e9m de uma mudan\u00e7a cultural na economia brasileira, ampliando a capacidade de investimento e criando novas oportunidades de inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ecossistemas de inova\u00e7\u00e3o universit\u00e1rios<\/strong><\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Representando os ambientes de inova\u00e7\u00e3o em institui\u00e7\u00f5es de ensino superior, Tiago Quim destacou que esses espa\u00e7os s\u00e3o fundamentais para o desenvolvimento de novos neg\u00f3cios. Segundo o palestrante, as universidades possuem um papel estrat\u00e9gico na gera\u00e7\u00e3o de conhecimento, mas ainda enfrentam desafios na aproxima\u00e7\u00e3o entre objetivos acad\u00eamicos e iniciativas empreendedoras.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse contexto, o Parque Cient\u00edfico da UFRGS desenvolve diferentes a\u00e7\u00f5es para estimular o empreendedorismo inovador entre estudantes e professores. Entre as iniciativas citadas est\u00e3o a oferta de disciplinas relacionadas ao empreendedorismo, participa\u00e7\u00e3o em eventos, reuni\u00f5es com pesquisadores com potencial de transformar estudos em neg\u00f3cios, programas de introdu\u00e7\u00e3o ao empreendedorismo e incubadoras voltadas para projetos de diferentes setores.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Troca de experi\u00eancias e encerramento\u00a0<\/strong><\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s as apresenta\u00e7\u00f5es, os participantes foram organizados em duplas para compartilhar experi\u00eancias e boas pr\u00e1ticas desenvolvidas em diferentes institui\u00e7\u00f5es, sejam elas acad\u00eamicas, cient\u00edficas ou tecnol\u00f3gicas. Na sequ\u00eancia, foram apresentadas as principais ideias e resultados dos di\u00e1logos realizados durante a atividade.<\/p>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sobre a Confer\u00eancia Anprotec 2026<\/strong><\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A 36\u00aa Confer\u00eancia Anprotec de Empreendedorismo e Ambientes de Inova\u00e7\u00e3o acontece de 29 de junho a 2 de julho, em Manaus (AM), com o tema \u201cConsolidando Ecossistemas: Empreendedorismo Inovador para a Economia do Futuro\u201d. A edi\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada pela Anprotec em parceria com o Sebrae, com organiza\u00e7\u00e3o local da Funda\u00e7\u00e3o Paulo Feitoza (FPFTech) e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atividade interativa com participantes abordou os principais desafios da forma\u00e7\u00e3o<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":21,"featured_media":63749,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[411],"tags":[],"calendar":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63748"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=63748"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63748\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":63753,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/63748\/revisions\/63753"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/63749"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=63748"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=63748"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=63748"},{"taxonomy":"calendar","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/calendar?post=63748"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}