{"id":59351,"date":"2025-10-14T14:25:41","date_gmt":"2025-10-14T17:25:41","guid":{"rendered":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/?p=59351"},"modified":"2025-10-22T13:41:18","modified_gmt":"2025-10-22T16:41:18","slug":"ecossistemas-colaborativos-da-fragmentacao-a-governanca-viva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/2025\/10\/ecossistemas-colaborativos-da-fragmentacao-a-governanca-viva\/","title":{"rendered":"Ecossistemas colaborativos: da fragmenta\u00e7\u00e3o \u00e0 governan\u00e7a viva"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wpa-warning wpa-image-missing-alt  wp-image-59352 aligncenter\" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Painel-Tematica-06-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"699\" height=\"466\" data-warning=\"Missing alt text\" srcset=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Painel-Tematica-06-300x200.jpg 300w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Painel-Tematica-06-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Painel-Tematica-06-768x512.jpg 768w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Painel-Tematica-06-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Painel-Tematica-06-scaled.jpg 2048w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Painel-Tematica-06-219x146.jpg 219w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Painel-Tematica-06-50x33.jpg 50w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Painel-Tematica-06-113x75.jpg 113w\" sizes=\"(max-width: 699px) 100vw, 699px\" \/><\/div>\n<h5><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/h5>\n<h5><span style=\"font-weight: 400;\">Painel na 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec debate caminhos para transformar desafios estruturais em oportunidades sist\u00eamicas de inova\u00e7\u00e3o<\/span><\/h5>\n<p><b>Foz do Igua\u00e7u, 14 de outubro de 2025<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2014 Em um ambiente de inova\u00e7\u00e3o cada vez mais complexo e interconectado, a colabora\u00e7\u00e3o deixou de ser apenas desej\u00e1vel para se tornar imperativa. Foi com essa premissa que o Painel Tem\u00e1tico 06 \u2013 &#8220;Desafios dos Ecossistemas Colaborativos: Perspectivas e Oportunidades&#8221; reuniu especialistas nesta quarta-feira, durante a 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec, para discutir como superar os obst\u00e1culos que ainda impedem o Brasil de extrair todo o potencial de sua rede de inova\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Moderado por Luiz M\u00e1rcio Spinosa, Diretor de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria, o debate evidenciou uma converg\u00eancia clara: a transi\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7os isolados para resultados sist\u00eamicos exige prop\u00f3sito compartilhado, governan\u00e7a viva, regras claras de integridade e conex\u00f5es globais estrat\u00e9gicas.<\/span><\/p>\n<h3><b>O Vale da Morte Tecnol\u00f3gico: Quando a Pesquisa N\u00e3o Chega ao Mercado<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Spinosa inaugurou o painel contextualizando tr\u00eas desafios estruturais que permeiam o ecossistema brasileiro de inova\u00e7\u00e3o. O primeiro deles \u00e9 a hist\u00f3rica dificuldade em harmonizar produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e inova\u00e7\u00e3o de mercado. Universidades e centros de pesquisa produzem conhecimento de qualidade internacional, mas a transfer\u00eancia desse conhecimento para aplica\u00e7\u00f5es comerciais ainda enfrenta barreiras significativas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O segundo desafio est\u00e1 relacionado \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o da cadeia TRL (Technology Readiness Level), escala desenvolvida pela NASA nos anos 1970 que mede o n\u00edvel de prontid\u00e3o tecnol\u00f3gica em nove n\u00edveis \u2014 da prova de conceito inicial (TRL 1) at\u00e9 a tecnologia operacional no mercado (TRL 9). No Brasil, tecnologias frequentemente avan\u00e7am at\u00e9 os n\u00edveis intermedi\u00e1rios (TRL 3 a 6), fase em que recebem apoio de ag\u00eancias como a Embrapii, mas encontram dificuldades para escalar at\u00e9 os est\u00e1gios finais de comercializa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A escala TRL transcendeu sua origem aeroespacial e \u00e9 hoje amplamente utilizada por ag\u00eancias de fomento para avaliar a relev\u00e2ncia de projetos e estimar curvas de investimentos necess\u00e1rios. O problema brasileiro n\u00e3o \u00e9 a falta de inova\u00e7\u00e3o, mas a descontinuidade no financiamento e no suporte \u00e0 medida que as tecnologias amadurecem \u2014 o que especialistas chamam de &#8220;vale da morte&#8221; do desenvolvimento tecnol\u00f3gico.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O terceiro desafio estrutural apontado por Spinosa diz respeito \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de mecanismos est\u00e1veis de investimento p\u00fablico-privado. Pol\u00edticas p\u00fablicas de inova\u00e7\u00e3o sofrem com descontinuidades administrativas, enquanto o capital privado ainda hesita em investir em est\u00e1gios iniciais de desenvolvimento tecnol\u00f3gico, criando um gargalo cr\u00edtico.<\/span><\/p>\n<h3><b>Redes Globais e Paradiplomacia: As Oportunidades Emergentes<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Diante desses obst\u00e1culos, o moderador destacou tr\u00eas grandes oportunidades que podem reposicionar o Brasil no cen\u00e1rio global de inova\u00e7\u00e3o. A primeira \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de redes globais que permitam a mobilidade de pesquisadores e startups, conectando habitats de inova\u00e7\u00e3o brasileiros a ecossistemas internacionais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A segunda oportunidade est\u00e1 na paradiplomacia cient\u00edfica e da inova\u00e7\u00e3o \u2014 conceito que reconhece o papel de universidades, parques tecnol\u00f3gicos e governos locais como atores internacionais capazes de estabelecer conex\u00f5es diretas com parceiros estrangeiros, independentemente da diplomacia tradicional. Esse movimento j\u00e1 \u00e9 realidade em outros pa\u00edses, onde cidades e regi\u00f5es criam seus pr\u00f3prios acordos de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnico-cient\u00edfica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A diplomacia da inova\u00e7\u00e3o vai al\u00e9m da diplomacia cient\u00edfica tradicional ao envolver n\u00e3o apenas institui\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas, mas toda a qu\u00e1drupla h\u00e9lice \u2014 governo, academia, setor privado e sociedade civil \u2014 na promo\u00e7\u00e3o de transfer\u00eancia de tecnologia, desenvolvimento de empresas de base tecnol\u00f3gica e atra\u00e7\u00e3o de investimentos em pesquisa e desenvolvimento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A terceira janela de oportunidade s\u00e3o novas frentes de coopera\u00e7\u00e3o internacional, especialmente com Europa e \u00c1sia, onde parques tecnol\u00f3gicos e universidades brasileiras podem atuar como n\u00f3s de confian\u00e7a em redes globais de inova\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<h3><b>Coaliz\u00e3o pelo Impacto: Construindo Prop\u00f3sito Comum com Autonomia Local<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Camila Aloi, Gerente da Rede Academia do Instituto de Cidadania Empresarial (ICE), trouxe ao painel a experi\u00eancia pr\u00e1tica da Coaliz\u00e3o pelo Impacto, um programa filantr\u00f3pico de cinco anos que opera em seis cidades nas cinco regi\u00f5es brasileiras. A iniciativa demonstra como \u00e9 poss\u00edvel conciliar governan\u00e7a nacional com autonomia local \u2014 um dos maiores desafios da gest\u00e3o de redes colaborativas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O modelo adotado pela Coaliz\u00e3o estabelece uma governan\u00e7a nacional que define diretrizes estrat\u00e9gicas gerais, mas delega aos conselhos locais a autonomia para adaptar a\u00e7\u00f5es \u00e0s especificidades regionais. O aprendizado central, segundo Aloi, foi a necessidade de desenhar um prop\u00f3sito comum forte o suficiente para unir atores diversos, mas flex\u00edvel o bastante para permitir adapta\u00e7\u00f5es contextuais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m da Coaliz\u00e3o, o ICE articula uma rede com mais de 400 docentes em 167 institui\u00e7\u00f5es de ensino superior para transversalizar o impacto socioambiental positivo nos curr\u00edculos universit\u00e1rios. A proposta \u00e9 posicionar a universidade como orquestradora de ecossistemas, unindo inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e impacto social em uma abordagem integrada.<\/span><\/p>\n<h3><b>CERNE: O Modelo que Nasceu da Escuta Coletiva<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um dos casos mais emblem\u00e1ticos de constru\u00e7\u00e3o colaborativa no ecossistema brasileiro \u00e9 o modelo CERNE (Centro de Refer\u00eancia para Apoio a Novos Empreendimentos), relatado por Sheila Oliveira Pires, Assessora da Diretoria de Planejamento e Gest\u00e3o da Embrapii e ex-superintendente executiva da Anprotec, cargo que ocupou por 19 anos e no qual liderou o desenvolvimento e lan\u00e7amento do modelo CERNE.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Desenvolvido pela Anprotec em parceria com o Sebrae, o CERNE foi criado com o objetivo de ampliar a capacidade das incubadoras em gerar, sistematicamente, empreendimentos inovadores bem-sucedidos, estruturando-se em quatro n\u00edveis de maturidade que abordam desde a gera\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios inovadores at\u00e9 a internacionaliza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sheila recordou que a ideia inicial de &#8220;certificar incubadoras&#8221; encontrou resist\u00eancia at\u00e9 que o processo se transformou em uma constru\u00e7\u00e3o participativa. Workshops itinerantes reunindo incubadoras, Sebrae, MDIC, Finep e outros atores criaram um ambiente de coautoria baseado em confian\u00e7a m\u00fatua.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Desde o lan\u00e7amento oficial da certifica\u00e7\u00e3o em 2011, mais de 100 ambientes de inova\u00e7\u00e3o j\u00e1 foram certificados pelo modelo CERNE ao longo de mais de uma d\u00e9cada de implementa\u00e7\u00e3o, demonstrando n\u00e3o apenas a r\u00e1pida ades\u00e3o inicial, mas a consolida\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o cont\u00ednua do modelo. A li\u00e7\u00e3o que emergiu dessa experi\u00eancia \u00e9 clara: colaborar demanda mais trabalho inicial, mas gera ado\u00e7\u00e3o ampla, durabilidade e melhoria cont\u00ednua. O papel cr\u00edtico dos gestores de habitats de inova\u00e7\u00e3o mudou \u2014 deixaram de &#8220;mandar&#8221; para facilitar governan\u00e7a.<\/span><\/p>\n<h3><b>Controle e Inova\u00e7\u00e3o: Quando a CGU Destranca Ecossistemas<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em uma apresenta\u00e7\u00e3o que surpreendeu pela abordagem pragm\u00e1tica, Cristiano Coimbra, Coordenador-Geral de Auditoria da \u00c1rea de Educa\u00e7\u00e3o Superior e Profissional na Controladoria-Geral da Uni\u00e3o (CGU), demonstrou como \u00f3rg\u00e3os de controle podem viabilizar ecossistemas de inova\u00e7\u00e3o em vez de engess\u00e1-los.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A CGU, em parceria com a AGU e o MCTI, produziu um guia de interpreta\u00e7\u00e3o do Marco Legal de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (Lei 13.243\/2016) frente \u00e0 Lei de Conflito de Interesses, esclarecendo quest\u00f5es pr\u00e1ticas sobre forma\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o societ\u00e1ria de pesquisadores, remunera\u00e7\u00e3o por propriedade intelectual, acordos de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica com empresas pr\u00f3prias e uso de infraestrutura p\u00fablica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O documento estabelece entendimentos sobre a possibilidade de pesquisadores constitu\u00edrem empresas para desenvolver atividades empresariais relacionadas \u00e0 inova\u00e7\u00e3o e sobre a realiza\u00e7\u00e3o de parcerias entre Institui\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas, Tecnol\u00f3gicas e de Inova\u00e7\u00e3o (ICTs) e empresas que tenham pesquisadores da ICT em seu quadro societ\u00e1rio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A abordagem defendida por Coimbra \u00e9 &#8220;menos formalismo cego, mais integridade contextual&#8221;: mitigar riscos reais com regras claras de decis\u00e3o e transpar\u00eancia, desbloqueando o empreendedorismo acad\u00eamico e as parcerias p\u00fablico-privadas dentro das ICTs. \u00c9 uma mudan\u00e7a de paradigma no papel do controle p\u00fablico \u2014 de fiscal para viabilizador.<\/span><\/p>\n<h3><b>Nordeste: O Paradoxo do Ecossistema Vibrante mas Fragmentado<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">B\u00e1rbara Carole Passos Alves, Head de Inova\u00e7\u00e3o e Empreendedorismo da PPDRU\/UNIFACS, trouxe um recorte regional que exp\u00f4s os desafios particulares do ecossistema de inova\u00e7\u00e3o do Nordeste. Apesar do volume significativo de atores e eventos, a regi\u00e3o sofre com fragmenta\u00e7\u00e3o, inseguran\u00e7a jur\u00eddica, descontinuidade de pol\u00edticas e baixa atra\u00e7\u00e3o de capital growth e late-stage.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O resultado \u00e9 o que B\u00e1rbara chamou de &#8220;s\u00edndrome do avi\u00e3o&#8221;: startups decolam na regi\u00e3o, mas migram para outros estados ou pa\u00edses quando precisam escalar. A fuga de talentos e empresas n\u00e3o resulta apenas da falta de capital, mas da aus\u00eancia de um ecossistema maduro capaz de sustentar o crescimento das startups em est\u00e1gios avan\u00e7ados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os fatores cr\u00edticos identificados para reverter esse cen\u00e1rio incluem governan\u00e7a efetiva dos ecossistemas locais, cria\u00e7\u00e3o de redes focadas em m\u00e9tricas e resultados mensur\u00e1veis, continuidade de pol\u00edticas p\u00fablicas entre diferentes gest\u00f5es e constru\u00e7\u00e3o de pontes s\u00f3lidas entre academia e ind\u00fastria com seguran\u00e7a regulat\u00f3ria \u2014 exatamente o tipo de orienta\u00e7\u00e3o que o guia da CGU busca oferecer.<\/span><\/p>\n<h3><b>A Equa\u00e7\u00e3o da Colabora\u00e7\u00e3o Efetiva<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O painel convergiu para uma ideia central: a for\u00e7a dos ecossistemas colaborativos est\u00e1 no equil\u00edbrio \u2014 entre autonomia e coordena\u00e7\u00e3o, liberdade e integridade, vis\u00e3o local e conex\u00f5es globais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Da discuss\u00e3o emergiram quatro princ\u00edpios que orientam esse novo paradigma: prop\u00f3sito compartilhado, governan\u00e7a viva, regras claras de integridade e conex\u00f5es globais estrat\u00e9gicas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mais do que um desafio t\u00e9cnico, trata-se de uma transforma\u00e7\u00e3o cultural. O Brasil j\u00e1 re\u00fane pesquisa de qualidade, empreendedores talentosos e uma rede crescente de ambientes de inova\u00e7\u00e3o. O passo seguinte \u00e9 orquestrar esses elementos em sistemas coerentes e sustent\u00e1veis \u2014 um movimento que, como demonstrou o painel, j\u00e1 come\u00e7ou a tomar forma.<\/span><\/p>\n<p><b>Sobre a 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec acontece de 13 a 16 de outubro de 2025, em Foz do Igua\u00e7u (PR), com o tema &#8220;Ecossistemas colaborativos e integrados \u00e0 inova\u00e7\u00e3o global&#8221;. Promovido pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceria com o Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o evento tem realiza\u00e7\u00e3o local do Sistema Estadual de Ambientes Promotores de Inova\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1 (Separtec), Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria, Universidade Estadual do Oeste do Paran\u00e1 (Unioeste) e Governo do Estado do Paran\u00e1.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Painel na 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec debate caminhos para transformar<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":59352,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[411,395,3,414],"tags":[],"calendar":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59351"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59351"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59351\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59354,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59351\/revisions\/59354"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59352"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59351"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59351"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59351"},{"taxonomy":"calendar","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/calendar?post=59351"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}