{"id":59176,"date":"2025-10-14T18:46:36","date_gmt":"2025-10-14T21:46:36","guid":{"rendered":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/?p=59176"},"modified":"2025-10-22T13:40:54","modified_gmt":"2025-10-22T16:40:54","slug":"novos-modelos-de-negocio-colaborativos-a-transformacao-do-ecossistema-de-inovacao-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/2025\/10\/novos-modelos-de-negocio-colaborativos-a-transformacao-do-ecossistema-de-inovacao-brasileiro\/","title":{"rendered":"Novos Modelos de Neg\u00f3cio Colaborativos: A Transforma\u00e7\u00e3o do Ecossistema de Inova\u00e7\u00e3o Brasileiro"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wpa-warning wpa-image-missing-alt  wp-image-59178 aligncenter\" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/F9fI4z2w-300x200.jpeg\" alt=\"\" width=\"764\" height=\"509\" data-warning=\"Missing alt text\" srcset=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/F9fI4z2w-300x200.jpeg 300w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/F9fI4z2w-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/F9fI4z2w-768x512.jpeg 768w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/F9fI4z2w-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/F9fI4z2w-219x146.jpeg 219w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/F9fI4z2w-50x33.jpeg 50w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/F9fI4z2w-112x75.jpeg 112w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/F9fI4z2w.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 764px) 100vw, 764px\" \/><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Plen\u00e1ria 4 da 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec trouxe ao debate um dos temas mais urgentes para o futuro da inova\u00e7\u00e3o no Brasil: como startups, empresas, universidades e governo podem efetivamente colaborar para gerar valor m\u00fatuo e acelerar o desenvolvimento tecnol\u00f3gico do pa\u00eds. Realizada na tarde de quarta-feira (14), a sess\u00e3o reuniu gestores, empreendedores e pesquisadores para discutir n\u00e3o apenas as oportunidades, mas tamb\u00e9m os desafios estruturais que ainda impedem uma coopera\u00e7\u00e3o mais profunda e diversificada entre esses atores.<\/span><\/p>\n<h2><b>O Papel Estrat\u00e9gico da EMBRAPII na Ponte entre Pesquisa e Mercado<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Guila Calheiros, Diretor de Planejamento e Gest\u00e3o da EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inova\u00e7\u00e3o Industrial), abriu a plen\u00e1ria contextualizando o papel da institui\u00e7\u00e3o como organiza\u00e7\u00e3o social sem fins lucrativos que atua estrategicamente como ponte entre empresas e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa. A EMBRAPII representa um modelo importante de intermedia\u00e7\u00e3o que busca acelerar a transfer\u00eancia de conhecimento da academia para o setor produtivo, financiando projetos de pesquisa aplicada que atendam demandas reais do mercado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Calheiros destacou que a colabora\u00e7\u00e3o entre diferentes atores do ecossistema de inova\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas desej\u00e1vel, mas essencial para promover crescimento sustent\u00e1vel e impulsionar avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos que possam ter impacto econ\u00f4mico e social. &#8220;Estamos vivendo um momento em que a inova\u00e7\u00e3o isolada j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 suficiente. \u00c9 na intersec\u00e7\u00e3o entre startups \u00e1geis, empresas consolidadas, universidades produtoras de conhecimento e pol\u00edticas p\u00fablicas bem desenhadas que surgem as solu\u00e7\u00f5es mais transformadoras&#8221;, afirmou.<\/span><\/p>\n<h2><b>Da Bancada de Laborat\u00f3rio ao Mercado: A Trajet\u00f3ria da Recombine Biotech<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Anna Cl\u00e1udia Alves de Souza, co-fundadora e diretora t\u00e9cnica da Recombine Biotech, apresentou um caso exemplar de como a colabora\u00e7\u00e3o universidade-empresa pode gerar inova\u00e7\u00e3o com impacto direto no mercado. A Recombine \u00e9 um spin-off da Universidade Federal de Vi\u00e7osa (UFV) voltado para pesquisa, desenvolvimento e produ\u00e7\u00e3o de mol\u00e9culas recombinantes.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A startup atua em tr\u00eas frentes estrat\u00e9gicas: sa\u00fade animal, sa\u00fade vegetal e agri-food, com especial \u00eanfase nesta \u00faltima. Anna apresentou um dos produtos mais inovadores da empresa: um teste r\u00e1pido que permite a detec\u00e7\u00e3o de biofilmes em tempo real, promovendo o monitoramento eficaz da valida\u00e7\u00e3o e higieniza\u00e7\u00e3o de superf\u00edcies e ambientes cr\u00edticos para a sa\u00fade comunit\u00e1ria, como latic\u00ednios e frigor\u00edficos. A solu\u00e7\u00e3o funciona por meio de um aplicativo que torna o processo acess\u00edvel e \u00e1gil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;A capacidade da startup de atuar em diferentes segmentos com complexidades espec\u00edficas \u00e9 nossa expertise. Compreendemos as particularidades de cada mercado e adaptamos nossas solu\u00e7\u00f5es para responder \u00e0s necessidades reais de cada setor&#8221;, explicou Anna. Sua fala ilustrou como startups nascidas dentro do ambiente universit\u00e1rio podem desenvolver capilaridade comercial e intelig\u00eancia de mercado, combinando rigor cient\u00edfico com agilidade empreendedora.<\/span><\/p>\n<h2><b>Os Obst\u00e1culos Invis\u00edveis: Barreiras Cognitivas e Institucionais na Coopera\u00e7\u00e3o<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Igor Santos Tupy, t\u00e9cnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (IPEA), trouxe uma an\u00e1lise cr\u00edtica e baseada em dados sobre os &#8220;Rumos da Coopera\u00e7\u00e3o Interinstitucional&#8221;, destacando estrat\u00e9gias para fortalecer v\u00ednculos entre academia e setor produtivo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tupy contextualizou a expans\u00e3o dos ambientes de inova\u00e7\u00e3o no Brasil como um fen\u00f4meno que tem aproximado fisicamente institui\u00e7\u00f5es de ensino e empresas. Entre 2016 e 2023, esses ambientes cresceram aproximadamente 150%, um verdadeiro boom no povoamento de parques tecnol\u00f3gicos, incubadoras e aceleradoras. Dados mostram que 89% dos parques em opera\u00e7\u00e3o t\u00eam v\u00ednculos com institui\u00e7\u00f5es de ensino superior (IES), 48% s\u00e3o governados por elas e 41% localizam-se em terrenos de propriedade de universidades.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No entanto, o pesquisador alertou que a proximidade f\u00edsica n\u00e3o \u00e9 suficiente. Existem barreiras cognitivas, organizacionais e institucionais que ainda dificultam uma coopera\u00e7\u00e3o verdadeiramente efetiva. &#8220;A expans\u00e3o recente dos ambientes de inova\u00e7\u00e3o aproxima empresas das universidades, mas \u00e9 preciso ir al\u00e9m do espa\u00e7o f\u00edsico compartilhado. Precisamos de novos modos de cooperar&#8221;, afirmou.<\/span><\/p>\n<h3><b>Coopera\u00e7\u00e3o Concentrada em Pesquisa Cient\u00edfica Sem Aplica\u00e7\u00e3o Imediata<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Baseando-se em dados do Diret\u00f3rio dos Grupos de Pesquisa do CNPq (DGP\/CNPq) \u2014 \u00fanica base nacional com dados sistematizados sobre intera\u00e7\u00f5es universidade-sociedade \u2014, Tupy apresentou evid\u00eancias preocupantes. Embora tenha havido crescimento no n\u00famero de grupos de pesquisa e em suas intera\u00e7\u00f5es externas entre 2016 e 2023, a maioria das colabora\u00e7\u00f5es ainda se concentra em pesquisas cient\u00edficas sem aplica\u00e7\u00e3o imediata.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os dados revelam baixa diversifica\u00e7\u00e3o nos modos de coopera\u00e7\u00e3o. Entre os tipos de relacionamento mais frequentes est\u00e3o a &#8220;pesquisa cient\u00edfica sem uso imediato&#8221; (que representava 53,5% das intera\u00e7\u00f5es em 2016 e caiu para 47% em 2023) e a &#8220;pesquisa cient\u00edfica com uso imediato&#8221; (29,7% em 2016 e 21,6% em 2023). Outros tipos de colabora\u00e7\u00e3o mais aplicados, como consultoria t\u00e9cnica, transfer\u00eancia de tecnologia, desenvolvimento de software e engenharia n\u00e3o-rotineira, permanecem com participa\u00e7\u00e3o marginal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quanto \u00e0s formas de remunera\u00e7\u00e3o, o cen\u00e1rio \u00e9 igualmente limitado. O modelo &#8220;Risco&#8221; (em que universidades e empresas compartilham riscos e benef\u00edcios) cresceu de 34% para 42% entre 2016 e 2023, mas formas como &#8220;Bolsas e Transfer. RH&#8221; (bolsas e transfer\u00eancia de recursos humanos) e &#8220;Outro tipo de recurso&#8221; continuam com participa\u00e7\u00e3o modesta. Isso indica que, apesar de algum avan\u00e7o, ainda falta flexibilidade e criatividade nos arranjos contratuais e financeiros.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Empresas de base tecnol\u00f3gica trazem demandas de solu\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas e concretas. Isso pode n\u00e3o ser acompanhado pela tend\u00eancia de como os grupos de pesquisa, nas universidades, cooperam com parceiros externos&#8221;, observou Tupy. &#8220;\u00c9 nesse cruzamento \u2014 quando inova\u00e7\u00e3o e conhecimento caminham juntos, com prop\u00f3sito e estrat\u00e9gia \u2014 que surgem os verdadeiros avan\u00e7os.&#8221;<\/span><\/p>\n<h3><b>A Necessidade de Diversificar Modos de Coopera\u00e7\u00e3o<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O pesquisador enfatizou que \u00e9 preciso construir mecanismos que possibilitem a diversifica\u00e7\u00e3o dos modos de coopera\u00e7\u00e3o e das formas de remunera\u00e7\u00e3o para alinhar necessidades, demandas e expectativas entre parceiros. Os ambientes de inova\u00e7\u00e3o, como parques tecnol\u00f3gicos e incubadoras, t\u00eam potencial para atuar como mediadores e catalizadores desse processo, facilitando a tradu\u00e7\u00e3o entre a linguagem acad\u00eamica e as necessidades pr\u00e1ticas do mercado.<\/span><\/p>\n<h2><b>Educa\u00e7\u00e3o como Fundamento da Inova\u00e7\u00e3o: A Experi\u00eancia do Biopark<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Luiz Donaduzzi, presidente do Biopark \u2014 um dos mais importantes parques tecnol\u00f3gicos do Brasil, localizado em Toledo (PR) \u2014, encerrou a plen\u00e1ria compartilhando sua vis\u00e3o sobre um elemento frequentemente negligenciado nos debates sobre inova\u00e7\u00e3o: a educa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Donaduzzi destacou os desafios de gerir um parque tecnol\u00f3gico com \u00eanfase especial na forma\u00e7\u00e3o de talentos. Segundo ele, a educa\u00e7\u00e3o tradicional est\u00e1 cada vez mais inadequada para atender \u00e0s demandas das empresas inovadoras. A partir dessa percep\u00e7\u00e3o, o Biopark fundou uma universidade de excel\u00eancia que busca estimular o ensino em sua maior pot\u00eancia, utilizando metodologias ativas de aprendizagem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No modelo educacional adotado pelo Biopark, os alunos ganham autonomia, mas tamb\u00e9m assumem responsabilidade pelo pr\u00f3prio aprendizado. &#8220;Este modelo est\u00e1 dando certo. Muitos alunos t\u00eam dificuldade de retornar ao modelo tradicional depois de experimentarem essa abordagem&#8221;, afirmou Donaduzzi.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ele relatou um caso especialmente impactante: alunos de escolas p\u00fablicas foram inseridos na metodologia aplicada do Biopark, e os resultados evidenciaram impacto positivo significativo no desempenho, destacando esses estudantes do ensino tradicional. &#8220;A experi\u00eancia mostra como a inova\u00e7\u00e3o na educa\u00e7\u00e3o transforma realidades&#8221;, concluiu.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A fala de Donaduzzi refor\u00e7a a ideia de que ecossistemas de inova\u00e7\u00e3o verdadeiramente integrados precisam pensar al\u00e9m da rela\u00e7\u00e3o universidade-empresa e considerar tamb\u00e9m a forma\u00e7\u00e3o de base que prepara os profissionais do futuro. A inova\u00e7\u00e3o educacional \u00e9, assim, um pilar complementar fundamental para sustentar modelos colaborativos de neg\u00f3cios.<\/span><\/p>\n<h2><b>Conclus\u00f5es: Para Onde Caminha a Colabora\u00e7\u00e3o no Brasil?<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Plen\u00e1ria 4 deixou claro que novos modelos de neg\u00f3cios colaborativos v\u00e3o exigir, de todos os atores envolvidos, novos modos de cooperar. Startups trazem agilidade e foco em solu\u00e7\u00f5es concretas. Universidades det\u00eam conhecimento profundo e capacidade de pesquisa de ponta. Empresas consolidadas possuem escala, recursos e acesso a mercados. E o governo tem o papel de criar pol\u00edticas p\u00fablicas que facilitem essas conex\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No entanto, como demonstrado pelos dados apresentados por Igor Tupy, a coopera\u00e7\u00e3o no Brasil ainda est\u00e1 fortemente concentrada em pesquisa cient\u00edfica sem aplica\u00e7\u00e3o imediata, com baixa diversifica\u00e7\u00e3o nos tipos de relacionamento e nas formas de remunera\u00e7\u00e3o. \u00c9 necess\u00e1rio avan\u00e7ar em dire\u00e7\u00e3o a parcerias mais aplicadas, que incluam consultoria t\u00e9cnica, desenvolvimento conjunto de produtos, transfer\u00eancia efetiva de tecnologia e modelos contratuais mais flex\u00edveis.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os ambientes de inova\u00e7\u00e3o \u2014 parques tecnol\u00f3gicos, incubadoras, aceleradoras \u2014 t\u00eam potencial para atuar como mediadores e catalizadores nesse processo, mas isso requer amadurecimento institucional, capacita\u00e7\u00e3o de gestores e, fundamentalmente, mudan\u00e7a de mentalidade tanto no meio acad\u00eamico quanto no empresarial.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec, ao propor o tema &#8220;Ecossistemas colaborativos e integrados \u00e0 inova\u00e7\u00e3o global&#8221;, coloca o dedo nessa ferida necess\u00e1ria: a inova\u00e7\u00e3o brasileira s\u00f3 alcan\u00e7ar\u00e1 todo seu potencial quando conseguirmos efetivamente integrar conhecimento cient\u00edfico, empreendedorismo din\u00e2mico, capital estrat\u00e9gico e pol\u00edticas p\u00fablicas inteligentes em um sistema verdadeiramente colaborativo.<\/span><\/p>\n<p><b>Sobre a 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec acontece at\u00e9 16 de outubro de 2025, em Foz do Igua\u00e7u (PR), com o tema &#8220;Ecossistemas colaborativos e integrados \u00e0 inova\u00e7\u00e3o global&#8221;. Promovido pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceria com o Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o evento tem realiza\u00e7\u00e3o local do Sistema Estadual de Ambientes Promotores de Inova\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1 (Separtec), Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria, Universidade Estadual do Oeste do Paran\u00e1 (Unioeste) e Governo do Estado do Paran\u00e1.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 A Plen\u00e1ria 4 da 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec trouxe ao<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":59178,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[411,395,3,414],"tags":[],"calendar":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59176"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59176"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59176\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59179,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59176\/revisions\/59179"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59178"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59176"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59176"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59176"},{"taxonomy":"calendar","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/calendar?post=59176"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}