{"id":59038,"date":"2025-10-15T13:44:38","date_gmt":"2025-10-15T16:44:38","guid":{"rendered":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/?p=59038"},"modified":"2025-10-22T13:31:46","modified_gmt":"2025-10-22T16:31:46","slug":"certificacao-cerne-como-alavanca-estrategica-para-ecossistemas-de-inovacao-globalmente-integrados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/2025\/10\/certificacao-cerne-como-alavanca-estrategica-para-ecossistemas-de-inovacao-globalmente-integrados\/","title":{"rendered":"Certifica\u00e7\u00e3o CERNE como alavanca estrat\u00e9gica para ecossistemas de inova\u00e7\u00e3o globalmente integrados"},"content":{"rendered":"\r\n<div class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wpa-warning wpa-image-missing-alt aligncenter wp-image-59039 size-full\" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/ntC8qJxw-e1760632984973.jpeg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"467\" data-warning=\"Missing alt text\" \/><\/div>\r\n<p>\u00a0 <em>Workshop debate como modelo de gest\u00e3o transforma incubadoras em catalisadoras de empreendedorismo inovador no Brasil<\/em><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Foz do Igua\u00e7u &#8211; PR, 15 de outubro de 2025 &#8211; A certifica\u00e7\u00e3o CERNE (Centro de Refer\u00eancia para Apoio a Novos Empreendimentos) consolidou-se como muito mais do que um simples selo de qualidade para incubadoras brasileiras. Durante o Workshop 4 da 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec, realizado na manh\u00e3 desta quarta-feira (15) em Foz do Igua\u00e7u, gestores de ambientes de inova\u00e7\u00e3o demonstraram como o modelo, quando aplicado estrategicamente, transforma n\u00e3o apenas processos internos, mas reconfigura ecossistemas inteiros de empreendedorismo e inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Sob o tema <em>\u201cInova\u00e7\u00e3o colaborativa e Certifica\u00e7\u00e3o CERNE: fomentando ecossistemas de inova\u00e7\u00e3o globalmente integrados\u201d<\/em>, o painel moderado por Adriana Ferreira de Faria, presidente da Anprotec, reuniu vozes representativas do ecossistema nacional para discutir os impactos tang\u00edveis da certifica\u00e7\u00e3o sobre a governan\u00e7a, a gest\u00e3o da inova\u00e7\u00e3o e a articula\u00e7\u00e3o entre os diversos atores que comp\u00f5em as redes de apoio ao empreendedorismo. Segundo Adriana, o CERNE \u00e9 hoje uma das principais ferramentas de fortalecimento da governan\u00e7a e da sustentabilidade dos ambientes de inova\u00e7\u00e3o, por oferecer uma metodologia de gest\u00e3o que profissionaliza as incubadoras e amplia sua capacidade de gerar neg\u00f3cios inovadores e de impacto.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Do laborat\u00f3rio \u00e0 empresa: CERNE potencializa conex\u00e3o entre pesquisa e mercado<\/strong><\/h5>\r\n<h5>\r\n\r\n<\/h5>\r\n<h5>A discuss\u00e3o iniciou com uma perspectiva macro do ecossistema brasileiro de ci\u00eancia e inova\u00e7\u00e3o. Marcio Ramos de Oliveira, coordenador-geral de Promo\u00e7\u00e3o \u00e0 Inova\u00e7\u00e3o e ao Transbordamento do Conhecimento do CNPq, destacou o papel estrat\u00e9gico das incubadoras certificadas no Programa RHAE (Programa de Forma\u00e7\u00e3o de Recursos Humanos em \u00c1reas Estrat\u00e9gicas), iniciativa com quase 40 anos de hist\u00f3ria que busca inserir mestres e doutores em projetos de PD&amp;I dentro de empresas. Criado em 1987 pelo MCTI em parceria com o CNPq, o programa tem o objetivo de formar e capacitar recursos humanos altamente qualificados para atuar em projetos de pesquisa aplicada e de desenvolvimento tecnol\u00f3gico nas empresas, ampliando a intera\u00e7\u00e3o entre universidades e o setor produtivo. Em sua \u00faltima chamada, aprovada em janeiro de 2025, foram contempladas 248 propostas com investimento superior a R$ 68 milh\u00f5es (<em>dados do CNPq, Chamada RHAE 2025<\/em>).<\/h5>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Para Marcio, a certifica\u00e7\u00e3o CERNE atuou diretamente nessa iniciativa, ao oferecer ambientes mais preparados para receber pesquisadores e desenvolver projetos complexos, colaborando para conectar incubadoras e facilitando a identifica\u00e7\u00e3o de empresas aptas a receber bolsistas e recursos. Essa vis\u00e3o refor\u00e7a o papel do modelo como um indicador de maturidade institucional que aproxima universidades, ag\u00eancias de fomento, pesquisadores e empresas.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O contexto apresentado pelo CNPq \u00e9 revelador de um desafio estrutural brasileiro. Enquanto o pa\u00eds ocupa a 13\u00aa posi\u00e7\u00e3o no ranking mundial de produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, figura apenas na 49\u00aa posi\u00e7\u00e3o em inova\u00e7\u00e3o. Em pa\u00edses refer\u00eancia, como China, Alemanha e Coreia do Sul, mais de 50% dos doutores trabalham em empresas; no Brasil, esse percentual n\u00e3o chega a 20%. \u00c9 nesse v\u00e1cuo que incubadoras certificadas pelo CERNE podem atuar como pontes estruturantes entre o conhecimento cient\u00edfico e a inova\u00e7\u00e3o de mercado.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>A escada da evolu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua<\/strong><\/h5>\r\n<h5><strong>\r\n\r\n<\/strong><\/h5>\r\n<h5>Jucelia Maria Lopes Maia Roberto, coordenadora do tecnoPARQ \u2013 Parque Tecnol\u00f3gico de Vi\u00e7osa, trouxe ao debate a perspectiva de quem atingiu o patamar m\u00e1ximo de certifica\u00e7\u00e3o. Gestora de uma incubadora CERNE 4, ela explicou que o modelo representa uma jornada de evolu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua: \u201ca ideia da escada \u00e9 uma forma de permitir que a incubadora implemente gradualmente melhorias e amadure\u00e7a seus processos, consolidando uma cultura de crescimento permanente\u201d.<\/h5>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O modelo CERNE est\u00e1 estruturado em quatro n\u00edveis crescentes de maturidade, sendo que cada n\u00edvel \u00e9 acumulativo \u2014 para implementar o CERNE 2, a incubadora precisa ter implantado as pr\u00e1ticas do CERNE 1; para o CERNE 3, s\u00e3o necess\u00e1rios os n\u00edveis 1 e 2; e assim sucessivamente. Essa arquitetura escalonada reflete a compreens\u00e3o de que a maturidade organizacional \u00e9 constru\u00edda de forma progressiva e cont\u00ednua.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Jucelia ressaltou ainda que o processo n\u00e3o \u00e9 c\u00edclico, mas dial\u00e9tico: cada n\u00edvel agrega novas dimens\u00f5es sem abandonar as anteriores. No <strong>CERNE 4<\/strong>, por exemplo, a institui\u00e7\u00e3o atinge maturidade para atuar em redes globais e promover a internacionaliza\u00e7\u00e3o de suas empresas associadas. Segundo a gestora, a certifica\u00e7\u00e3o m\u00e1xima \u201cn\u00e3o \u00e9 um ponto de chegada, mas a consolida\u00e7\u00e3o de uma cultura viva de melhoria cont\u00ednua que se renova a cada ciclo\u201d.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Da desordem sist\u00eamica \u00e0 gest\u00e3o estrat\u00e9gica<\/strong><\/h5>\r\n<h5>\r\n\r\n<\/h5>\r\n<h5>A experi\u00eancia relatada por Wilmar Ribeiro J\u00fanior, coordenador da Incubadora Santos Dumont do Itaipu Parquetec, ilustra a transforma\u00e7\u00e3o que a certifica\u00e7\u00e3o pode provocar em ambientes de inova\u00e7\u00e3o. O parque iniciou sua jornada CERNE em 2013, com a obten\u00e7\u00e3o do n\u00edvel 1 \u2014 um marco que o gestor identifica como divisor de \u00e1guas na estrutura\u00e7\u00e3o institucional. Ele explicou que, antes da certifica\u00e7\u00e3o, \u201cos processos eram soltos, sem uma an\u00e1lise sistematizada, o que gerava perdas na pr\u00e1tica\u201d. Com o guia do CERNE, segundo ele, foi poss\u00edvel organizar e dar dire\u00e7\u00e3o \u00e0s a\u00e7\u00f5es, \u201csem engessar, mas trazendo clareza sobre o que fazer e como evoluir\u201d.<\/h5>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Wilmar destacou que a certifica\u00e7\u00e3o precisa ser encarada como um processo de transforma\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o apenas como um selo. \u201cN\u00e3o se pode olhar o processo de certifica\u00e7\u00e3o apenas por certificar; \u00e9 necess\u00e1rio mudar a vis\u00e3o com rela\u00e7\u00e3o a crescimento e futuro.\u201d Sua fala sintetiza a ess\u00eancia do modelo: a certifica\u00e7\u00e3o \u00e9 um meio para construir capacidade institucional, integrando pessoas, processos e prop\u00f3sito.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sistematiza\u00e7\u00e3o como estrat\u00e9gia de adapta\u00e7\u00e3o global<\/strong><\/h5>\r\n<h5>\r\n\r\n<\/h5>\r\n<h5>Flaviano Gast\u00e3o J\u00fanior, especialista em Inova\u00e7\u00e3o, Gest\u00e3o de Pessoas, Estrat\u00e9gias e Neg\u00f3cios da F2 Conex\u00f5es+Inova\u00e7\u00e3o, trouxe ao workshop uma perspectiva voltada \u00e0 adapta\u00e7\u00e3o dos ambientes de inova\u00e7\u00e3o \u00e0 economia digital globalizada. Em um mundo onde tecnologia e inova\u00e7\u00e3o conectam todos os agentes econ\u00f4micos em tempo real, modelos de neg\u00f3cio precisam se adaptar continuamente \u2014 e as incubadoras n\u00e3o s\u00e3o exce\u00e7\u00e3o.<\/h5>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Flaviano destacou o papel do CERNE durante a pandemia de COVID-19, per\u00edodo em que muitas incubadoras precisaram digitalizar seus processos de forma acelerada. Ele lembrou que \u201cum dos prop\u00f3sitos do CERNE \u00e9 sistematizar boas pr\u00e1ticas, e isso \u00e9 essencial para crescer\u201d, ressaltando que a estrutura metodol\u00f3gica do modelo permitiu \u00e0s institui\u00e7\u00f5es adaptar-se rapidamente sem perder qualidade ou coer\u00eancia.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Essa vis\u00e3o refor\u00e7a um ponto importante: \u00e9 a estrutura que permite flexibilidade. Em ambientes de alta volatilidade, a sistematiza\u00e7\u00e3o oferece a base necess\u00e1ria para inovar com agilidade e seguran\u00e7a. Incubadoras sem processos claros enfrentam dificuldades n\u00e3o apenas para escalar, mas tamb\u00e9m para se reinventar diante de novos desafios.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Um ecossistema em expans\u00e3o<\/strong><\/h5>\r\n<h5>\r\n\r\n<\/h5>\r\n<h5>Atualmente, das mais de 400 incubadoras, aceleradoras e parques tecnol\u00f3gicos associados \u00e0 Anprotec, apenas 12 possuem o CERNE 4, o n\u00edvel m\u00e1ximo de maturidade. O n\u00famero revela tanto o car\u00e1ter desafiador da certifica\u00e7\u00e3o quanto o vasto potencial de crescimento do ecossistema brasileiro de inova\u00e7\u00e3o.<\/h5>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Recentemente, o Metr\u00f3pole Parque, do Instituto Metr\u00f3pole Digital da UFRN, tornou-se a primeira incubadora do Norte, Nordeste e Centro-Oeste a conquistar o CERNE 4, rompendo uma concentra\u00e7\u00e3o que at\u00e9 ent\u00e3o existia exclusivamente nas regi\u00f5es Sul e Sudeste. Para Adriana Faria, \u201cessa conquista simboliza a capilariza\u00e7\u00e3o do modelo e mostra que a excel\u00eancia em gest\u00e3o de ambientes de inova\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 privil\u00e9gio geogr\u00e1fico, mas resultado de comprometimento institucional\u201d.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Perspectivas: do local ao global<\/strong><\/h5>\r\n<h5>\r\n\r\n<\/h5>\r\n<h5>O workshop evidenciou que a certifica\u00e7\u00e3o CERNE est\u00e1 entrando em uma nova fase de maturidade. N\u00e3o se trata mais apenas de estruturar processos internos de incubadoras, mas de utiliz\u00e1-la como plataforma de articula\u00e7\u00e3o de ecossistemas complexos que transcendem fronteiras geogr\u00e1ficas.<\/h5>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A conex\u00e3o do CERNE com programas como o RHAE do CNPq ilustra essa dimens\u00e3o sist\u00eamica: incubadoras certificadas tornam-se n\u00f3s estrat\u00e9gicos em redes que conectam pesquisa universit\u00e1ria, talentos qualificados, recursos financeiros e demandas empresariais. A sistematiza\u00e7\u00e3o de processos facilita n\u00e3o apenas a gest\u00e3o interna, mas tamb\u00e9m a comunica\u00e7\u00e3o e a coopera\u00e7\u00e3o entre institui\u00e7\u00f5es heterog\u00eaneas.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Em um cen\u00e1rio global onde inova\u00e7\u00e3o aberta e colabora\u00e7\u00e3o interinstitucional definem vantagens competitivas, a capacidade de operar segundo padr\u00f5es reconhecidos torna-se ativo estrat\u00e9gico. O CERNE, ao estabelecer uma linguagem comum e refer\u00eancias compartilhadas, cria condi\u00e7\u00f5es para que incubadoras brasileiras dialoguem de igual para igual com ambientes de inova\u00e7\u00e3o de outras regi\u00f5es do mundo.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Os relatos apresentados no Workshop 4 demonstram que o Brasil disp\u00f5e n\u00e3o apenas de um modelo robusto de gest\u00e3o de incubadoras, mas de uma metodologia que pode ser refer\u00eancia internacional. A certifica\u00e7\u00e3o CERNE emerge, portanto, como muito mais do que ferramenta de gest\u00e3o \u2014 ela representa uma estrat\u00e9gia nacional de qualifica\u00e7\u00e3o dos ambientes de inova\u00e7\u00e3o, essencial para que o pa\u00eds converta sua capacidade cient\u00edfica em impacto econ\u00f4mico e social concreto.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p><strong>Sobre a 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec<\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec acontece de 13 a 16 de outubro de 2025, em Foz do Igua\u00e7u (PR), com o tema <em>\u201cEcossistemas colaborativos e integrados \u00e0 inova\u00e7\u00e3o global\u201d<\/em>. Promovido pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceria com o Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o evento tem realiza\u00e7\u00e3o local do Sistema Estadual de Ambientes Promotores de Inova\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1 (Separtec), Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria, Universidade Estadual do Oeste do Paran\u00e1 (Unioeste) e Governo do Estado do Paran\u00e1.<\/p>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Workshop debate como modelo de gest\u00e3o transforma incubadoras em<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":59040,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[411,395,3],"tags":[],"calendar":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59038"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59038"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59038\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59474,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59038\/revisions\/59474"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/59040"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59038"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59038"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59038"},{"taxonomy":"calendar","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/calendar?post=59038"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}