{"id":58865,"date":"2025-10-13T11:54:18","date_gmt":"2025-10-13T14:54:18","guid":{"rendered":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/?p=58865"},"modified":"2025-10-22T13:01:32","modified_gmt":"2025-10-22T16:01:32","slug":"escala-vocacao-tematica-e-transferencia-tecnologica-dominam-debate-sobre-internacionalizacao-na-35a-conferencia-anprotec-em-foz-do-iguacu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/2025\/10\/escala-vocacao-tematica-e-transferencia-tecnologica-dominam-debate-sobre-internacionalizacao-na-35a-conferencia-anprotec-em-foz-do-iguacu\/","title":{"rendered":"Escala, voca\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica e transfer\u00eancia tecnol\u00f3gica dominam debate sobre internacionaliza\u00e7\u00e3o na 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec"},"content":{"rendered":"<div class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wpa-warning wpa-image-missing-alt wp-image-58868 aligncenter\" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/13.10-Plenaria-01-2-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"426\" data-warning=\"Missing alt text\" srcset=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/13.10-Plenaria-01-2-300x200.jpg 300w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/13.10-Plenaria-01-2-768x512.jpg 768w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/13.10-Plenaria-01-2-219x146.jpg 219w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/13.10-Plenaria-01-2-50x33.jpg 50w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/13.10-Plenaria-01-2-112x75.jpg 112w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/13.10-Plenaria-01-2.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/div>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/i><\/p>\n<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Especialistas brasileiros e internacionais destacam urg\u00eancia de parcerias globais e foco setorial para ecossistemas emergentes superarem gargalos de maturidade e conectividade.<\/span><\/i><\/p>\n<p><b>Foz do Igua\u00e7u (PR), 13 de outubro de 2025<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2013 A primeira plen\u00e1ria da 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec posicionou a internacionaliza\u00e7\u00e3o dos ecossistemas brasileiros como um imperativo estrat\u00e9gico para superar as limita\u00e7\u00f5es de escala e consolidar as cadeias de valor tecnol\u00f3gico. A sess\u00e3o &#8220;Ecossistemas colaborativos e a inova\u00e7\u00e3o global: cen\u00e1rios e desafios&#8221;, mediada por Adriana Faria, presidente da Anprotec, exp\u00f4s o descompasso entre a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica nacional e a capacidade de transform\u00e1-la em inova\u00e7\u00e3o aplicada, destacando a necessidade de uma voca\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica clara nos parques tecnol\u00f3gicos e a import\u00e2ncia de colabora\u00e7\u00e3o internacional.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Adriana contextualizou o desafio brasileiro com dados comparativos. O Brasil possui cerca de 250 incubadoras ativas e 59 parques tecnol\u00f3gicos operacionais, segundo o Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI), com estimativa de 15 mil startups. Em contraste, a recente miss\u00e3o da Anprotec \u00e0 China revelou que o pa\u00eds conta com 500 mil startups apoiadas por 15 mil incubadoras. \u201cEstou dizendo isso pela quest\u00e3o da escala. O soft landing \u00e9 extremamente importante para n\u00f3s como estrat\u00e9gia de catch-up, inclusive de atra\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica\u201d, afirmou a presidente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Menos de 30% dos parques brasileiros mant\u00eam atividades estruturadas de internacionaliza\u00e7\u00e3o, muitos por acreditarem que parques jovens devem esperar antes de buscar conex\u00f5es globais. Adriana contestou essa percep\u00e7\u00e3o: investir em internacionaliza\u00e7\u00e3o desde o in\u00edcio acelera o desenvolvimento institucional atrav\u00e9s de redes de colabora\u00e7\u00e3o estabelecidas.<\/span><\/p>\n<p><b>Depend\u00eancia de subven\u00e7\u00e3o e desconex\u00e3o de mercados globais<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Marcelo Nicolas Camargo, analista s\u00eanior em Coopera\u00e7\u00e3o Internacional da Finep, diagnosticou um problema estrutural na forma\u00e7\u00e3o de startups brasileiras. Estudos sobre os ecossistemas de inova\u00e7\u00e3o identificam tr\u00eas fatores cr\u00edticos para o sucesso de startups em os ambientes promotores: a gest\u00e3o da inova\u00e7\u00e3o como pr\u00e1tica constante da empresa, uma estrutura de capital s\u00f3lida e a conex\u00e3o com as cadeias globais de valor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Infelizmente, as nossas startups acabam viciadas nos recursos de subven\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e muitas vezes n\u00e3o chegam ao mercado. Uma das causas \u00e9 exatamente n\u00e3o ter visibilidade no mercado internacional. \u00c9 fundamental que comecemos a pensar em como conectar os ambientes de inova\u00e7\u00e3o de forma estruturada nessas conex\u00f5es globais&#8221;, argumentou Camargo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O analista destacou a import\u00e2ncia de mecanismos escal\u00e1veis que superem os acordos bilaterais tradicionais, historicamente limitados pela complexidade legislativa e as dificuldades de alinhamento entre pa\u00edses. Camargo citou iniciativas como a plataforma Eureka, que permite o cofinanciamento internacional atrav\u00e9s de uma avalia\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica padronizada, e o iBRICS Network, que aproveita a presid\u00eancia brasileira do BRICS para criar uma rede de coopera\u00e7\u00e3o entre os ambientes de inova\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses-membros. Os parques tecnol\u00f3gicos s\u00e3o considerados pe\u00e7as-chave nesses programas, estabelecendo movimentos de conex\u00e3o entre as empresas maduras com a avalia\u00e7\u00e3o de maturidade feita.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Camargo alertou sobre a criticidade da transfer\u00eancia tecnol\u00f3gica: o Brasil precisa ter clareza absoluta sobre quais \u00e1reas tem\u00e1ticas s\u00e3o fundamentais considerando o mercado, a mat\u00e9ria-prima e as compet\u00eancias. &#8220;A China aceitou uma s\u00e9rie de coisas, contanto que a tecnologia fosse transferida. Agora n\u00e3o d\u00e1 mais para voltar atr\u00e1s. Precisamos garantir a transfer\u00eancia tecnol\u00f3gica efetiva nas parcerias&#8221;, destacou.<\/span><\/p>\n<p><b>\u00a0Regula\u00e7\u00e3o como barreira e oportunidade no agroneg\u00f3cio<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Rodrigo Barbosa Nazareno, coordenador de Iniciativas para a Inova\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (Mapa), abordou a complexidade regulat\u00f3ria que afasta startups do agroneg\u00f3cio, setor que representa 25% do PIB brasileiro e prov\u00ea alimento para quase 1 bilh\u00e3o de pessoas no mundo com apenas 8% do territ\u00f3rio nacional. O maior obst\u00e1culo identificado n\u00e3o \u00e9 criar tecnologia, mas navegar por regulamenta\u00e7\u00f5es sobrepostas do Mapa, Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Anvisa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A estrat\u00e9gia do Mapa envolve ferramentas de intelig\u00eancia artificial que extraem informa\u00e7\u00f5es publicadas no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o para mapear requisitos regulat\u00f3rios de forma clara, conectando demandas reais do setor a solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas. Essa abordagem refor\u00e7a o papel da intelig\u00eancia artificial no mapeamento regulat\u00f3rio, alinhando-se \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o digital dos ecossistemas. Nazareno citou o caso de startup que desenvolveu uma luva tecnol\u00f3gica para colheita de fumo, substituindo equipamentos de prote\u00e7\u00e3o inadequados. Atrav\u00e9s de articula\u00e7\u00e3o com sindicatos, a empresa conseguiu demonstrar a viabilidade da solu\u00e7\u00e3o e melhorar o regulamento vigente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O coordenador argumentou que criar vitrines de sucesso que demonstrem como a inova\u00e7\u00e3o traz solu\u00e7\u00f5es concretas para o agroneg\u00f3cio \u00e9 fundamental para atrair mais startups, parques tecnol\u00f3gicos e investidores nacionais e internacionais, permitindo que essas experi\u00eancias positivas subsidiem melhorias regulat\u00f3rias que facilitem o trabalho com inova\u00e7\u00e3o aberta.<\/span><\/p>\n<p><b>Governan\u00e7a privada e laborat\u00f3rios conjuntos como modelo europeu<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Salvatore Majorana, presidente global da International Association of Science Parks and Areas of Innovation (IASP) e diretor do Kilometro Rosso Science Park (It\u00e1lia), compartilhou a experi\u00eancia do Kilometro Rosso Science Park, localizado em B\u00e9rgamo, segunda prov\u00edncia manufatureira mais produtiva da Europa entre 170 regi\u00f5es. O parque distingue-se por operar sob governan\u00e7a totalmente privada, iniciativa de um empres\u00e1rio local como forma de retribui\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O diferencial competitivo est\u00e1 nos laborat\u00f3rios conjuntos entre universidades e empresas, que compartilham espa\u00e7os f\u00edsicos e abordam desafios comuns em \u00e1reas como rob\u00f3tica. &#8220;Esse modelo produziu novas patentes e aplica\u00e7\u00f5es. A universidade descobriu quest\u00f5es pr\u00e1ticas que desconhecia, e as empresas aprenderam como aplicar rob\u00f3tica em seus campos. Desenvolvemos avatares rob\u00f3ticos que permitem operar plantas ao redor do mundo mantendo pessoal qualificado em locais estrat\u00e9gicos&#8221;, detalhou Majorana.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Sobre o financiamento, o presidente da IASP destacou que a It\u00e1lia aprovou em 2025 legisla\u00e7\u00e3o que obriga fundos de pens\u00e3o a investir at\u00e9 5% dos ativos em startups de alto risco, medida que deve aumentar significativamente a disponibilidade de capital para o setor. Quanto \u00e0 internacionaliza\u00e7\u00e3o de parques em fase inicial, Majorana foi enf\u00e1tico: n\u00e3o existe momento \u00fanico para come\u00e7ar. Citou o Konza Technopolis no Qu\u00eania, ainda em constru\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 mobiliza comunidade internacional de forma ativa. &#8220;Existem muitos momentos certos para come\u00e7ar a nutrir ambi\u00e7\u00f5es internacionais. A IASP pode ser uma das ferramentas, certamente n\u00e3o a \u00fanica, mas talvez uma das mais seguras para iniciar esse processo&#8221;, afirmou.<\/span><\/p>\n<p><b>Voca\u00e7\u00e3o tem\u00e1tica como pr\u00e9-requisito para competitividade<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Adriana refor\u00e7ou dados de estudo recente do MCTI sobre parques tecnol\u00f3gicos que apontam a necessidade de uma voca\u00e7\u00e3o clara como estrat\u00e9gia competitiva. A generalidade tem\u00e1tica dispersa recursos sem gerar diferencia\u00e7\u00e3o. &#8220;\u00c9 muito gen\u00e9rico dizer que trabalhamos com seguran\u00e7a alimentar ou transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Isso pode ser um milh\u00e3o de coisas. Quem faz tudo \u00e0s vezes n\u00e3o faz nada. Quanto mais especializado o parque \u00e9 dentro de determinadas \u00e1reas, mais chance de ter resultados efetivos. Isso facilita o posicionamento global em parcerias estrat\u00e9gicas&#8221;, argumentou a presidente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Camargo complementou alertando para a descontinuidade de pol\u00edticas p\u00fablicas. &#8220;Lan\u00e7amos o primeiro programa de parques em 2010, depois de 2013, s\u00f3 voltamos em 2021 e agora outro recentemente. N\u00e3o d\u00e1 para construir pol\u00edtica de longo prazo com solu\u00e7os de 10 em 10 anos. Os melhores parques buscaram identidade e hoje se consolidaram como geradores de tecnologia&#8221;, destacou o analista.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A discuss\u00e3o incorporou dados sobre certifica\u00e7\u00e3o CERNE, modelo de refer\u00eancia da Anprotec para processos de incuba\u00e7\u00e3o. Das 120 incubadoras certificadas no Brasil, menos de 20% possuem n\u00edvel 4, que exige pr\u00e1ticas internacionais estruturadas. Adriana concluiu que \u00e9 fundamental romper o paradigma de que a conex\u00e3o internacional \u00e9 exclusiva para parques grandes e maduros, incorporando a internacionaliza\u00e7\u00e3o como norte estrat\u00e9gico desde o planejamento inicial.<\/span><\/p>\n<p><b>Sobre a 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec acontece de 13 a 16 de outubro de 2025 em Foz do Igua\u00e7u (PR), com o tema &#8220;Ecossistemas colaborativos e integrados \u00e0 inova\u00e7\u00e3o global&#8221;. O evento \u00e9 promovido pela Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) em parceria com o Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A realiza\u00e7\u00e3o local \u00e9 do Sistema Estadual de Ambientes Promotores de Inova\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1 (Separtec), da Funda\u00e7\u00e3o Arauc\u00e1ria, da Universidade Estadual do Oeste do Paran\u00e1 (Unioeste) e do Governo do Estado do Paran\u00e1.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Navegue pelo site da 35\u00aa Confer\u00eancia Anprotec e confira a programa\u00e7\u00e3o completa.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Especialistas brasileiros e internacionais destacam urg\u00eancia de parcerias globais<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":58868,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[411,395,3],"tags":[],"calendar":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58865"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=58865"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58865\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":58873,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/58865\/revisions\/58873"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/58868"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=58865"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=58865"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=58865"},{"taxonomy":"calendar","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/calendar?post=58865"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}