{"id":28793,"date":"2019-05-13T10:41:57","date_gmt":"2019-05-13T13:41:57","guid":{"rendered":"http:\/\/anprotec.org.br\/site\/?p=28793"},"modified":"2019-05-13T10:45:34","modified_gmt":"2019-05-13T13:45:34","slug":"anprotec-participa-do-dialogos-da-inovacao-da-faperj-sobre-cultura-empreendedora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/2019\/05\/anprotec-participa-do-dialogos-da-inovacao-da-faperj-sobre-cultura-empreendedora\/","title":{"rendered":"Anprotec participa do Di\u00e1logos da Inova\u00e7\u00e3o, da Faperj, sobre cultura empreendedora"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-28794\" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Julia_Zardo_Felipe_Rochefeller_Jose_Alberto__Aranha_Henrique_da__Hora_Hector_Gusmao4-270x160.jpg\" alt=\"\" width=\"270\" height=\"160\" \/>A Casa Firjan foi palco, na \u00faltima quarta-feira, 8 de maio, do segundo encontro da s\u00e9rie de debates Di\u00e1logos da Inova\u00e7\u00e3o, uma parceria entre a FAPERJ e a Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). \u201cTransformando Conhecimento em Neg\u00f3cios\u201d foi o tema do debate, que reuniu empreendedores, investidores, representantes da academia e do setor p\u00fablico. O evento, mediado pela jornalista e especialista de Projetos Especiais da Firjan, Julia Zardo, foi transmitido em tempo real pela Internet e contou com a participa\u00e7\u00e3o de Felipe Rochefeller, presidente-executivo da Federa\u00e7\u00e3o das Empresas Juniores do Estado do Rio de Janeiro (Riojunior); Henrique da Hora, presidente da Teccampos, Incubadora de Base Tecnol\u00f3gica no Norte Fluminense, e diretor de Inova\u00e7\u00e3o do Polo Embrapii em Campos dos Goytacazes; Jos\u00e9 Alberto Aranha, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e assessor institucional da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro (PUC-Rio); e Hector Gusm\u00e3o, CEO e cofundador da F\u00e1brica de Startups Brasil.<\/p>\n<p>O diretor de Tecnologia da FAPERJ, Maur\u00edcio Guedes, ao abrir os debates, destacou o fato de as startups estarem nas primeiras p\u00e1ginas dos principais jornais do pa\u00eds devido \u00e0s declara\u00e7\u00f5es do Ministro da Educa\u00e7\u00e3o,\u00a0Abraham Weintraub, de que pretende transformar as universidades federais do pa\u00eds em incubadoras de empresas. Guedes argumentou que j\u00e1 existem no Pa\u00eds \u201c370 incubadoras de empresas, a grande maioria vinculada a universidades, principalmente p\u00fablicas\u201d. Ele lembrou que por essas incubadoras j\u00e1 passaram mais de cinco mil empresas, que faturam mais de R$ 15 bilh\u00f5es por ano e empregam mais de 53 mil brasileiros. \u201cO que n\u00e3o d\u00e1 \u00e9 transformar as universidades em incubadoras de empresas, pelo simples fato de que elas deixariam de ser universidades\u201d, ponderou o diretor da FAPERJ.<\/p>\n<p>Julia Zardo, que tamb\u00e9m \u00e9 l\u00edder tem\u00e1tico de economia criativa da Anprotec,\u00a0 acrescentou que o objetivo dos Di\u00e1logos da Inova\u00e7\u00e3o \u00e9 justamente fazer com que o conhecimento gerado nas universidades e demais centros de conhecimento proporcione a cria\u00e7\u00e3o de novos neg\u00f3cios e agregue valor \u00e0 economia do Rio de Janeiro. \u201cPrecisamos pensar nas transforma\u00e7\u00f5es que est\u00e3o acontecendo, n\u00e3o s\u00f3 as tecnol\u00f3gicas, mas tamb\u00e9m nas mudan\u00e7as de h\u00e1bitos de consumo, no que as empresas podem oferecer, nos novos modelos de neg\u00f3cios, no futuro e nas compet\u00eancias que o trabalhador dever\u00e1 ter\u201d, esclareceu Julia. Segundo ela, independente da situa\u00e7\u00e3o de crise pela qual passa o Pa\u00eds, a Casa Firjan se dedica a pensar no futuro.<\/p>\n<p>Felipe Rochefeller abriu sua apresenta\u00e7\u00e3o relembrando o dado divulgado pela revista inglesa\u00a0<em>The Economist<\/em>\u00a0de que, em 25 anos, 45% dos empregos atuais ter\u00e3o desaparecido, ou seja, 65% das crian\u00e7as que hoje cursam o prim\u00e1rio trabalhar\u00e3o em empregos que ainda n\u00e3o existem. \u201cPrecisamos desenvolver habilidades e compet\u00eancias que o futuro do trabalho necessitar\u00e1\u201d, alertou Rochefeller. Segundo ele, pesquisa realizada pelo F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial\u00a0 (World Economic Forum) em 2016 apontou as habilidades necess\u00e1rias \u00e0s lideran\u00e7as do futuro, entre elas criatividade, capacidade de delegar tarefas, tomar decis\u00f5es, gerenciar problemas, tempo, metas, prazos etc. ou seja, habilidades mais comportamentais e menos t\u00e9cnicas. Ele tra\u00e7ou um panorama da Riojunior, uma entidade organizada na forma de associa\u00e7\u00e3o civil, gerida por estudantes dentro das universidades, de forma volunt\u00e1ria, que buscam transformar o conhecimento aprendido em sala de aula em neg\u00f3cios reais, ou seja, fazer da teoria a pr\u00e1tica, a fim de oferecer servi\u00e7os que qualidade ao mercado. A Riojunior atualmente re\u00fane 20 mil universit\u00e1rios em mais de 800 empresas juniores instaladas em 1.300 universidades em todos os estados brasileiros, que respondem por mais de 10.000 projetos. No Rio de Janeiro, as 47 empresas juniores sediadas no estado faturaram R$ 3,2 milh\u00f5es em 2018 com a entrega de 1.600 projetos ao mercado. \u201cSomos de empresas juniores, mas temos o mesmo objetivo de uma empresa real. Oferecemos solu\u00e7\u00f5es reais, com baixo custo, qualidade e alto impacto para clientes reais\u201d, afirmou Rochefeller. Ele destacou uma solu\u00e7\u00e3o desenvolvida por uma empresa j\u00fanior para uma maternidade em S\u00e3o Paulo, capaz de amenizar o \u00edndice de mortalidade entre beb\u00eas prematuros no Brasil, que \u00e9 de um \u00f3bito a cada 30 segundos. O equipamento (ber\u00e7\u00e1rio) permitiu salvar um beb\u00ea prematuro por hora, o que representa garantir o nascimento de quase 8.760 beb\u00eas ao ano.<\/p>\n<p>O presidente da Anprotec, Jos\u00e9 Alberto Aranha, recorreu ao conte\u00fado do livro rec\u00e9m-lan\u00e7ado por Domenico De Masi, \u201cUma simples revolu\u00e7\u00e3o\u201d, no qual o soci\u00f3logo italiano estima que em 2030 a popula\u00e7\u00e3o contar\u00e1 com cerca de 200 mil horas destinadas ao lazer, pois o trabalho n\u00e3o ocupar\u00e1 mais que 60 mil horas ao longo de uma vida. De Masi sugere que a pergunta central, nesse caso, \u00e9: \u201co que faremos com esse tempo livre? Estamos preparados para lidar com o \u00f3cio, considerando uma realidade atual dominada pelo excesso de trabalho?\u201d. Na opini\u00e3o de Aranha, ser\u00e1 preciso desenvolver uma nova cultura, na qual as fam\u00edlias t\u00eam papel importante, pois dever\u00e3o educar e preparar seus filhos para um novo papel que eles ter\u00e3o no futuro. Em sua opini\u00e3o, \u00e9 dif\u00edcil para as pessoas identificarem suas habilidades. A fim de desenvolver essa nova cultura e auxiliar na constru\u00e7\u00e3o do futuro das crian\u00e7as, ele sugere que a fam\u00edlia proponha aos pequenos a criar um avatar e atribuir a ele \u201cfor\u00e7as\u201d. Desta forma, a crian\u00e7a estar\u00e1 atribuindo ao avatar as suas pr\u00f3prias habilidades. Aranha destaca duas grandes mudan\u00e7as que contribuem para consolidar uma nova cultura: o Marco Regulat\u00f3rio da C,T&amp;I, que consumiu nove anos para ser aprovado pelo Congresso, em 2016, mas que hoje vem sendo atualizado cada vez com maior agilidade; e o marco legal das startups, que dever\u00e1 ser aprovado em breve. \u201cDaqui a um ano, quem conseguir resistir e sobreviver trabalhando com alguma coisa ligada \u00e0 startup estar\u00e1 muito bem\u201d, garantiu. O presidente da Anprotec disse que em recente workshop promovido pela Rede Nacional de Pesquisa (RNP) veio \u00e0 tona a quest\u00e3o discutida h\u00e1 anos de como a universidade pode se aproximar da ind\u00fastria e vice-versa. Os participantes do evento acreditam que a universidade precisa entrar no ecossistema de inova\u00e7\u00e3o de forma integral e n\u00e3o parcialmente. Finalizando sua apresenta\u00e7\u00e3o, Aranha provocou a plateia com a pergunta: \u201cO que est\u00e1 acontecendo com a inova\u00e7\u00e3o no mundo? Ela est\u00e1 nos laborat\u00f3rios, nas cidades, nos sistemas abertos das grandes corpora\u00e7\u00f5es? Para onde ela vai?\u201d E pessoalmente respondeu: \u201cA inova\u00e7\u00e3o est\u00e1 no ciberespa\u00e7o, interligada mundialmente\u201d.<\/p>\n<p>O Presidente da Teccampos, Henrique da Hora, lembrou a trajet\u00f3ria da economia de Campos dos Goytacazes, localizado no Norte Fluminense, ao longo da hist\u00f3ria, para justificar o ambiente prop\u00edcio \u00e0 inova\u00e7\u00e3o. Segundo ele, o munic\u00edpio sempre teve economia baseada nos v\u00e1rios ciclos, a come\u00e7ar pelo do caf\u00e9, seguido pela cana-de-a\u00e7\u00facar e, mais recentemente, do petr\u00f3leo, cuja ind\u00fastria entre 2001 e 2002 recrutava estudantes dentro das salas de aula. \u201cEstamos falando de cem anos e vemos que o munic\u00edpio sempre teve um salvador da p\u00e1tria para a economia\u201d, disse, acrescentando que com a crise do petr\u00f3leo toda a regi\u00e3o Norte Fluminense parece ainda estar aguardando um novo ciclo. Ele destacou a expectativa gerada com a constru\u00e7\u00e3o do Porto do A\u00e7u, no munic\u00edpio de S\u00e3o Jo\u00e3o da Barra, com \u00e1rea total de 130 km\u00b2, em funcionamento desde 2014, empreendimento que j\u00e1 consumiu mais de R$ 6 bilh\u00f5es em investimentos e n\u00e3o chega a empregar cinco mil pessoas. \u201cInova\u00e7\u00e3o n\u00e3o se faz sozinho, n\u00e3o acontece nas universidades, mas no mercado. N\u00e3o \u00e9 inovar para quem, mas com quem, e com diversidade, com v\u00e1rios setores envolvidos\u201d, garante da Hora. Em sua opini\u00e3o, o Teccampos d\u00e1 certo porque envolve universidade, poder p\u00fablico, associa\u00e7\u00e3o comercial e industrial, todos sentados na mesma mesa. Para favorecer o ecossistema e minimizar os riscos inerentes ao empreendedorismo e \u00e0 inova\u00e7\u00e3o, a prefeitura de Campos criou o Fundecam, um fundo para financiar a inova\u00e7\u00e3o que oferece recursos a projetos com juros de 6% ao ano. Em outra iniciativa, numa articula\u00e7\u00e3o com o Legislativo, criou tamb\u00e9m o Marco de Inova\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o governo municipal conta com apoio do Instituto Federal Fluminense (IFF) e da Embrapii, que consegue partilhar o risco do empreendedor, assumindo 1\/3 do custo. \u201cTem muita gente preocupada em se preparar hoje para ocupar uma posi\u00e7\u00e3o que ainda n\u00e3o existe. Mas nossa preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 saber quem vai gerar esses empregos do futuro, qual a tecnologia que precisar\u00e1 ser desenvolvida\u201d, afirmou da Hora. Ele criticou seus colegas que acreditam que o relacionamento da universidade com a ind\u00fastria \u00e9 nefasto, lembrando que essa proximidade muitas vezes garante o emprego futuro do aluno. E deu exemplo de um aluno da \u00e1rea de inova\u00e7\u00e3o que se valeu de todos os apoios dispon\u00edveis no ecossistema, nunca precisou colocar um centavo do bolso em sua empresa e j\u00e1 emprega tr\u00eas funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p>Encerrando as apresenta\u00e7\u00f5es, Hector Gusm\u00e3o, CEO e cofundador da F\u00e1brica de Startups Brasil, afirmou que o empreendedorismo mudou radicalmente sua vida e passou a fazer parte de sua rotina. Ele destacou o fato de que nas tr\u00eas \u00faltimas crises econ\u00f4micas mundiais houve curva ascendente nas demiss\u00f5es das grandes corpora\u00e7\u00f5es em contrapartida com a curva, tamb\u00e9m ascendente, de cria\u00e7\u00e3o e empregabilidade em startups. Gusm\u00e3o \u00e9 formado em Administra\u00e7\u00e3o de Empresas pela PUC-Rio e, em 2010, criou a sua primeira startup. No ano de 2014, foi se capacitar no Vale do Sil\u00edcio, nos Estados Unidos, e, em 2015, foi \u201cacelerado\u201d em Portugal, pela F\u00e1brica de Startups. Ao comprovar a capacidade da aceleradora e o impacto que ela causou, desde 2012, na economia portuguesa, revertendo a queda de 3,5% no PIB para um crescimento de 3,5% do PIB nos cinco anos seguintes, negociou sua vinda para o Rio de Janeiro. Eleito pela revista Forbes Brasil em 2018 um dos jovens mais relevantes do Pa\u00eds com menos de 30 anos, Gusm\u00e3o diz que a situa\u00e7\u00e3o do Brasil \u00e9 parecida, pois 65% dos novos empregos e 50% das carteiras assinadas s\u00e3o geradas por pequenas e m\u00e9dias empresas. O Pa\u00eds tamb\u00e9m ocupa a quinta coloca\u00e7\u00e3o no ranking de empreendedores, mas fica em 120\u00b0 lugar no quesito inova\u00e7\u00e3o, segundo dados do Global Innovation Index, o que, segundo ele, significa que \u201cempreendemos muito, mas sem qualidade\u201d. O objetivo da F\u00e1brica de Startups em 2019 \u00e9 acelerar 130 startups, gerando R$ 50 milh\u00f5es em receita para esses empreendedores, desenvolvendo inova\u00e7\u00e3o para grandes corpora\u00e7\u00f5es a partir de pequenos neg\u00f3cios. O modelo de neg\u00f3cio desenvolvido pela empresa \u00e9 baseado em tr\u00eas pilares. \u201cO primeiro \u00e9 a introdu\u00e7\u00e3o e fomento da cultura de inova\u00e7\u00e3o dentro das corpora\u00e7\u00f5es para que elas aprendam a se relacionar com startups. O segundo \u00e9 a inova\u00e7\u00e3o aberta, ou seja, identificar os desafios de mercado da empresa, a demanda j\u00e1 garantida, e levar essas informa\u00e7\u00f5es para as startups para que elas possam desenvolver solu\u00e7\u00f5es. Por fim, o posicionamento de marca, ou seja, como mostrar no mercado que uma grande empresa \u2013 como a Shell, por exemplo \u2013 est\u00e1 aberta a este tipo de inova\u00e7\u00e3o gerada nas startups\u201d, listou o empres\u00e1rio. Gusm\u00e3o disse que escolheu o Rio de Janeiro como sede da F\u00e1brica de Startups porque a cidade \u00e9 a mais inovadora do Brasil, mas n\u00e3o possui cultura empreendedora. E \u00e9 nesse nicho que a aceleradora atua, certa de atender um n\u00famero cada vez mais crescente de universit\u00e1rios interessados em empreender, que n\u00e3o encontram nas universidades a cultura empreendedora.<\/p>\n<p><em>Com informa\u00e7\u00f5es da Faperj<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Casa Firjan foi palco, na \u00faltima quarta-feira, 8 de<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":28795,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[3],"tags":[],"calendar":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28793"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28793"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28793\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28798,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28793\/revisions\/28798"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28795"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28793"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28793"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28793"},{"taxonomy":"calendar","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/calendar?post=28793"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}