{"id":28026,"date":"2019-02-06T14:46:35","date_gmt":"2019-02-06T16:46:35","guid":{"rendered":"http:\/\/anprotec.org.br\/site\/?p=28026"},"modified":"2020-04-10T14:46:17","modified_gmt":"2020-04-10T17:46:17","slug":"vale-do-silicio-latino-americano-56-da-economia-catarinense-vem-da-tecnologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/2019\/02\/vale-do-silicio-latino-americano-56-da-economia-catarinense-vem-da-tecnologia\/","title":{"rendered":"Vale do Sil\u00edcio latino-americano: 5,6% da economia catarinense vem da tecnologia"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-28028 alignleft\" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/santa-catarina-300x191.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"191\" srcset=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/santa-catarina-300x191.jpg 300w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/santa-catarina-230x146.jpg 230w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/santa-catarina-50x32.jpg 50w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/santa-catarina-118x75.jpg 118w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/02\/santa-catarina.jpg 740w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Nos \u00faltimos seis anos, o n\u00famero de startups no Brasil praticamente dobrou, alcan\u00e7ando um total de seis mil empresas. Santa Catarina, tamb\u00e9m conhecida como o Vale do Sil\u00edcio da Am\u00e9rica Latina, \u00e9 a regi\u00e3o onde se concentra grande parte dessas empresas inovadoras e tecnol\u00f3gicas, tendo 5,6% da toda a sua economia j\u00e1 ligada \u00e0 tecnologia, de acordo com o Observat\u00f3rio ACATE Panorama 2018.<\/p>\n<p>Uma pesquisa in\u00e9dita sobre o cen\u00e1rio de startups em Santa Catarina desenvolvida pelo SIS\/Sebrae SC, em parceria com a Associa\u00e7\u00e3o Catarinense de Tecnologia (ACATE), mostra que a maior parte das empresas catarinenses deste segmento atuam com servi\u00e7os de tecnologia da informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o \u2014 20,64% prestam servi\u00e7os por meio da tecnologia e 75,16% atuam diretamente na produ\u00e7\u00e3o de softwares. O universo considerado para a pesquisa, que contou com 329 startups catarinenses, mostrou que 56,45% delas est\u00e3o em crescimento cont\u00ednuo h\u00e1 cinco anos e que cerca de 46% destas faturam mais de R$60 mil por ano.<\/p>\n<p>Outro aspecto importante identificado na pesquisa est\u00e1 relacionado \u00e0 capacidade de capta\u00e7\u00e3o de investimentos dessas empresas. Apesar de ser um dos grandes p\u00f3los tecnol\u00f3gicos brasileiros, Santa Catarina ainda n\u00e3o possui grande atratividade para investidores, sendo que apenas 30,65% das startups do estado receberam algum aporte. O dado revela que os fundadores usam, na maior parte das vezes, capital pr\u00f3prio como principal fonte de recursos para a cria\u00e7\u00e3o das empresas. Foi o caso da Cheesecake Labs, empresa que desenvolve aplicativos web e mobile e come\u00e7ou com o esfor\u00e7o de quatro amigos, sendo capitalizada pelos mesmos.<\/p>\n<p>Por outro lado, algumas ideias inovadoras conquistam os investidores desde cedo. A startup GoGood, plataforma de sa\u00fade e bem-estar corporativo que ajuda empresas a melhorarem os h\u00e1bitos de sa\u00fade dos trabalhadores por meio de gamifica\u00e7\u00e3o, foi uma das beneficiadas com investimentos externos, tendo recebido mais de R$ 1,5 milh\u00e3o desde sua funda\u00e7\u00e3o e participado no programa de acelera\u00e7\u00e3o da Plug and Play Tech Center e da Oxig\u00eanio Aceleradora, da Porto Seguro.<\/p>\n<p>\u201cQueremos atuar na redu\u00e7\u00e3o do custo de sa\u00fade das empresas por meio da preven\u00e7\u00e3o, reduzindo a incid\u00eancia de doen\u00e7as cr\u00f4nicas como a obesidade e a hipertens\u00e3o e ajudando as pessoas, por meio de consultorias de m\u00e9dicos e especialistas, a melhorarem sua rotina de pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica, alimenta\u00e7\u00e3o, sono e estresse\u201d, afirma o CEO da GoGood Bruno Rodrigues.<\/p>\n<p><strong>Feitas a poucas m\u00e3os<\/strong><\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao tamanho de equipe das startups entrevistadas, a maior parte opera com poucos funcion\u00e1rios ou apenas com o esfor\u00e7o dos pr\u00f3prios fundadores. Na GoGood, por exemplo, uma m\u00e9dia de dez colaboradores tocam a empresa.<\/p>\n<p>A startup \u00e9 jovem, com dois anos de mercado, mas j\u00e1 demonstra resultados expressivos, com crescimento no \u00faltimo ano de mais de 150% no n\u00famero de usu\u00e1rios da plataforma. A Cheesecake tamb\u00e9m come\u00e7ou suas opera\u00e7\u00f5es com poucos colaboradores, seguindo a tend\u00eancia demonstrada na pesquisa, mas conta hoje com cerca de 50 profissionais.<\/p>\n<p>\u201cA empresa come\u00e7ou na sala do apartamento dos fundadores, com apenas os quatro dando conta do trabalho. A medida que a demanda aumentava, eles tiveram que contratar pessoas para ajudar nos projetos. Hoje, apenas cinco anos depois, o n\u00famero de colaboradores aumentou mais de 12 vezes\u201d, conta Marcelo Gracietti, CEO da empresa<\/p>\n<p><strong>Sobreviv\u00eancia dos neg\u00f3cios<\/strong><\/p>\n<p>Outro dado relevante \u00e9 que, segundo o Sebrae Nacional, 23,4% das empresas fecham com menos de dois anos no Brasil, enquanto 48,39% das empresas possuem entre dois e cinco anos de atividade, constituindo um ambiente de neg\u00f3cios mais maduro.<\/p>\n<p>\u201cValidar o modelo de neg\u00f3cio, valorizar colaboradores e dar assist\u00eancia especial aos clientes \u00e9 a receita ideal para a sobreviv\u00eancia no mercado\u201d, destaca Marcelo. Com uma carteira de clientes que abrange mais de 30 empresas, sendo 57% de fora do Brasil, a Cheesecake aumentou seu faturamento em 25% em 2018. Para 2019 a empresa prev\u00ea um crescimento de pelo menos 30%.<\/p>\n<p>(IT Forum 365)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos seis anos, o n\u00famero de startups no Brasil<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":28028,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[3],"tags":[],"calendar":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28026"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28026"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28026\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28029,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28026\/revisions\/28029"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28028"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28026"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28026"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28026"},{"taxonomy":"calendar","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/calendar?post=28026"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}