{"id":25174,"date":"2018-05-21T13:07:20","date_gmt":"2018-05-21T16:07:20","guid":{"rendered":"http:\/\/anprotec.org.br\/site\/?p=25174"},"modified":"2018-05-28T19:20:19","modified_gmt":"2018-05-28T22:20:19","slug":"empreendedores-brasileiros-receberam-treinamentos-e-mentoria-no-programa-startout-brasil-em-berlim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/2018\/05\/empreendedores-brasileiros-receberam-treinamentos-e-mentoria-no-programa-startout-brasil-em-berlim\/","title":{"rendered":"Empreendedores brasileiros receberam treinamentos e mentoria no programa StartOut Brasil, em Berlim"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_25175\" style=\"width: 309px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-25175\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\" wp-image-25175\" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Foto-Eudes-de-Santana1.jpg\" alt=\"\" width=\"299\" height=\"190\" srcset=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Foto-Eudes-de-Santana1.jpg 370w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Foto-Eudes-de-Santana1-300x191.jpg 300w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Foto-Eudes-de-Santana1-230x146.jpg 230w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Foto-Eudes-de-Santana1-50x32.jpg 50w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Foto-Eudes-de-Santana1-118x75.jpg 118w\" sizes=\"(max-width: 299px) 100vw, 299px\" \/><p id=\"caption-attachment-25175\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Eudes de Santana<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Foram 14 horas consecutivas de treinamento e pelo menos tr\u00eas tentativas de pitch para cada uma das 15\u00a0startups\u00a0que participam do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.apexbrasil.com.br\/home\/index\">StartOut Brasil<\/a>, iniciativa de\u00a0internacionaliza\u00e7\u00e3o\u00a0de empresas realizada conjuntamente pela\u00a0Anprotec, Sebrae, Apex Brasil e pelos Minist\u00e9rios das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os. Isso s\u00f3 no primeiro dia do programa, 13 de maio, na embaixada brasileira em Berlim.<\/p>\n<p>Aportar na Alemanha para conquistar investidores, aceleradoras ou grandes companhias que se interessem pelo neg\u00f3cio \u00e9 um assunto que exige prepara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A paulista\u00a0Juliana Lima, conselheira de comunica\u00e7\u00e3o atuando com startups h\u00e1 15 anos, foi convidada para fazer a mentoria do grupo. \u201cAntes de vir a Berlim, conversei com investidores alem\u00e3es, ex-colegas de trabalho e amigos, para entender muito bem qual seria o p\u00fablico que os empreendedores estariam enfrentando\u201d, conta Juliana.<\/p>\n<p>Segundo ela, um dos grandes trunfos quando se parte para um pitch internacional \u00e9 estudar a cultura do pa\u00eds para poder compreend\u00ea-la e respeit\u00e1-la. \u201cO alem\u00e3o \u00e9 mais fechado, eu aconselho a esperar para ver como a pessoa vai cumprimentar e n\u00e3o chegar j\u00e1 estendendo a m\u00e3o. Outro ponto importante \u00e9 dar respostas objetivas \u00e0s perguntas que eles fazem. Ningu\u00e9m est\u00e1 acostumado com enrola\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Seja qual for o pa\u00eds do exterior em que a pessoa vai se apresentar, a desenvoltura na l\u00edngua inglesa \u00e9 essencial. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel apenas decorar a fala para um pitch, j\u00e1 que no final \u00e9 preciso responder perguntas. Nos treinamentos com os participantes do StartOut, Juliana foi bem dura: \u201cIsso choca os brasileiros, que n\u00e3o t\u00eam essa cultura que \u00e9 de ganhar feedback, escutar, agradecer, repensar e refazer.\u201d<\/p>\n<p>A pedido da reportagem, a especialista listou o que n\u00e3o pode faltar numa apresenta\u00e7\u00e3o de pitch, refor\u00e7ando que a ordem n\u00e3o precisa ser necessariamente esta:<\/p>\n<p><strong>\u2022 Problema<br \/>\n\u2022 Solu\u00e7\u00e3o (o que voc\u00ea faz)<br \/>\n\u2022 Produto (como voc\u00ea faz)<br \/>\n\u2022 Mercado<br \/>\n\u2022 Tra\u00e7\u00e3o (evolu\u00e7\u00e3o da empresa at\u00e9 o momento)<br \/>\n\u2022 Time<br \/>\n\u2022 Concorr\u00eancia<br \/>\n\u2022 Dados financeiros<br \/>\n\u2022 Necessidade<\/strong><\/p>\n<p>O \u00faltimo item \u2013 necessidade \u2013 diz respeito ao que voc\u00ea precisa do seu interlocutor. Algumas empresas que vieram \u00e0 Alemanha, por exemplo, procuravam parceiros para o neg\u00f3cio, outras um<strong>\u00a0<\/strong>aporte de capital\u00a0para desenvolver uma solu\u00e7\u00e3o, outras, poss\u00edveis clientes ou projetos em conjunto com as grandes companhias.<\/p>\n<p>Quem prepara o pitch, precisa mostrar com clareza o que a\u00a0startup\u00a0precisa para se desenvolver.\u00a0\u201cNa minha opini\u00e3o, ganha o espectador quem tiver confian\u00e7a, seguran\u00e7a, paix\u00e3o pelo que faz e humildade\u201d, completa Juliana. E a melhor maneira de evoluir no pitch \u00e9 praticar, praticar e praticar.<\/p>\n<p>Claro que fazer pesquisas de v\u00eddeos no<strong>\u00a0<\/strong>Google for Enterpreneurs\u00a0e no site\u00a0500 Startups, uma aceleradora que re\u00fane perfis de quem vai para o Vale do Sil\u00edcio, pode ser um caminho interessante para se inspirar.<\/p>\n<p>Na segunda rodada de treinamentos, na segunda-feira, as startups receberam feedbacks de alem\u00e3es. \u201cModifiquei a minha apresenta\u00e7\u00e3o depois de comentarem que os pr\u00eamios importam pouco para quem est\u00e1 vendo a ideia e roubam tempo da explica\u00e7\u00e3o\u201d, explica\u00a0Vendelino Neto, da\u00a0TNS Nanotecnologia. \u201cEst\u00e1vamos acostumados a vender o produto para quem j\u00e1 \u00e9 da \u00e1rea e aqui na Alemanha tivemos um p\u00fablico menos especialista e isso muda tudo\u201d, diz\u00a0Hildo Rocha, COO da\u00a0Shelfpix. \u201cAprendi que n\u00e3o podemos ter um pitch que atrapalhe o produto\u201d, nota Fernando Maman, CTO da mesma empresa. \u201cAcho que o mais importante \u00e9 buscar a cr\u00edtica e aproveitar a oportunidade para se aprimorar.\u201d<\/p>\n<p>O programa StartOut Brasil selecionou estas 15 entre 120 empresas inscritas:\u00a0<strong>AWA<\/strong>;\u00a0<strong>BirminD<\/strong>;\u00a0<strong>Flying to the sun<\/strong>;\u00a0<strong>Intelup<\/strong>;\u00a0<strong>Kryptus<\/strong>;\u00a0<strong>Macofren<\/strong>;<strong>\u00a0Mercado Bitcoin<\/strong>;\u00a0<strong>\u00d3rbita Tecnologia<\/strong>;\u00a0<strong>Pipefy<\/strong>;\u00a0<strong>PluriCell Biotecnologia<\/strong>;\u00a0<strong>Reciclapac<\/strong>;\u00a0<strong>Rocket.Chat<\/strong>;\u00a0<strong>Shelfpix<\/strong>;\u00a0<strong>TNS Nanotecnologia<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>VM9<\/strong>.<\/p>\n<p>O processo contou com 4 fases: pr\u00e9-sele\u00e7\u00e3o feita por concurso; prepara\u00e7\u00e3o no Brasil com explica\u00e7\u00f5es sobre modelo de neg\u00f3cio e como fazer contatos internacionais; a miss\u00e3o internacional em Berlim \u2013 com palestras, pitch training e apresenta\u00e7\u00e3o para investidores e empresas alem\u00e3s \u2013 e, por fim, apoio para que a empresa se instale naquele pa\u00eds (<em>soft landing<\/em>). \u201cPrimeiro analisamos o aspecto de inova\u00e7\u00e3o da startup, se ela j\u00e1 tem um bom volume de neg\u00f3cio no Brasil e se possui alguma experi\u00eancia internacional\u201d, explica Juarez Leal, coordenador da \u00e1rea de internacionaliza\u00e7\u00e3o da Apex Brasil.<\/p>\n<p>\u201cEnviamos nossa equipe para checar o ambiente de neg\u00f3cios local e saber quais os setores de business. Na hora de selecionar as startups, privilegiamos as \u00e1reas identificadas para que as oportunidades se encaixem.\u201d A pr\u00f3xima miss\u00e3o do StartOut Brasil acontecer\u00e1 em setembro, em Miami.<\/p>\n<p><em>*Fonte: Pequenas Empresas &amp; Grandes Neg\u00f3cios<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foram 14 horas consecutivas de treinamento e pelo menos tr\u00eas<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":25175,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[3],"tags":[],"calendar":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25174"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25174"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25174\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25310,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25174\/revisions\/25310"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25175"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25174"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25174"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25174"},{"taxonomy":"calendar","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/calendar?post=25174"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}