{"id":21240,"date":"2017-11-07T13:37:26","date_gmt":"2017-11-07T16:37:26","guid":{"rendered":"http:\/\/anprotec.org.br\/site\/?p=21240"},"modified":"2017-11-07T13:42:46","modified_gmt":"2017-11-07T16:42:46","slug":"realizada-em-26-estados-e-no-distrito-federal-pesquisa-revela-perfil-do-jovem-empreendedor-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/2017\/11\/realizada-em-26-estados-e-no-distrito-federal-pesquisa-revela-perfil-do-jovem-empreendedor-brasileiro\/","title":{"rendered":"[:pt]Pesquisa revela perfil do jovem empreendedor brasileiro[:]"},"content":{"rendered":"<p>[:pt]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-21242\" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/Tratado-1-de-1-270x160.jpg\" alt=\"_Tratado (1 de 1)\" width=\"270\" height=\"160\" srcset=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/Tratado-1-de-1-270x160.jpg 270w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/Tratado-1-de-1-300x178.jpg 300w, https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/Tratado-1-de-1.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 270px) 100vw, 270px\" \/>Sexo masculino, idade entre 26 e 30 anos, ensino superior completo, micro empres\u00e1rio, com apenas uma empresa no nome e faturamento anual de R$ 60 mil a R$ 360 mil, al\u00e9m de vontade de investir em um novo segmento de neg\u00f3cio. Essas caracter\u00edsticas definem o perfil do jovem empreendedor brasileiro, segundo pesquisa realizada em 2015 e divulgada neste ano pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Jovens Empres\u00e1rios (Conaje), em parceria com a Revista Pequenas Empresas &amp; Grandes Neg\u00f3cios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Desenvolvida em 26 estados e no Distrito Federal \u2013 por meio de question\u00e1rio online e participa\u00e7\u00e3o de mais de 5 mil jovens, com idade entre 18 e 39 anos, e margem de erro de 5% e intervalo de confian\u00e7a de 95% -, a pesquisa revelou que 25% dos jovens empres\u00e1rios investiram em uma empresa por identifica\u00e7\u00e3o de oportunidade de neg\u00f3cio, 57% participam de alguma entidade representativa do jovem empreendedor, 62,8% utilizam sites e redes sociais como principais formas de conex\u00e3o com o mundo dos neg\u00f3cios, 70% possuem at\u00e9 nove funcion\u00e1rios, 58% afirmam que a carga tribut\u00e1ria elevada \u00e9 o principal desafio externo de quem empreende e 54% est\u00e3o pessimistas em rela\u00e7\u00e3o ao cen\u00e1rio pol\u00edtico no Pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Segundo o presidente da Conaje, Fernando Milagre, esta \u00e9 a segunda edi\u00e7\u00e3o do estudo, que ser\u00e1 desenvolvido a cada dois anos. \u201cA proposta \u00e9 identificar qual \u00e9 a realidade do jovem empreendedor brasileiro e permitir, com base nos resultados, que institui\u00e7\u00f5es, como a Conaje, possam realizar a\u00e7\u00f5es e projetos, al\u00e9m de cobrar pol\u00edticas p\u00fablicas para o jovem empres\u00e1rio no Pa\u00eds\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">De acordo com o coordenador da pesquisa \u2018Perfil do Jovem Empreendedor Brasileiro\u2019, Fernando Grisi, se comparado aos resultados alcan\u00e7ados na primeira edi\u00e7\u00e3o da pesquisa, divulgada em 2014, os dados revelados nesta edi\u00e7\u00e3o apresentaram pequenas varia\u00e7\u00f5es e trazem compara\u00e7\u00f5es interessantes com a anterior, al\u00e9m de demonstrar avan\u00e7os dos jovens empreendedores, mesmo com o cen\u00e1rio incerto no Pa\u00eds em 2015. Um exemplo \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o ao faturamento anual. \u201cA grande maioria dos jovens ainda possui renda de at\u00e9 R$ 360 mil ao ano, totalizando 59%. Mas se compararmos com os dados da pesquisa de 2014, podemos observar um aumento dos jovens que faturam mais do que R$ 360 mil ao ano, demonstrando que se faz necess\u00e1rio o investimento de pol\u00edticas p\u00fablicas para que o jovem tenha o interesse de empreender e gerar, assim, mais renda ao Brasil\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Estabilidade, dificuldades e investimentos<\/strong><br \/>\nA pesquisa mostrou que as empresas dos empreendedores jovens est\u00e3o se tornando mais est\u00e1veis e duradouras, j\u00e1 que 49% dos entrevistados possuem cinco anos ou mais de neg\u00f3cio. \u201cEste dado corrobora ao aumento do faturamento, pois quanto mais estabelecida est\u00e1 a empresa, melhor ser\u00e1 o retorno\u201d, afirma Grisi. Esses mesmos jovens acreditam que o que determina sucesso a uma empresa \u00e9 oferecer um produto\/servi\u00e7o diferenciado (48%), enquanto ter uma equipe capacitada (24%) ocupa a segunda posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacita\u00e7\u00e3o, o estudo revelou que os jovens empreendedores possuem bom n\u00edvel de escolaridade, demonstrado pelos indicadores de ensino superior e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o (42% e 39%, respectivamente). \u201cNa correla\u00e7\u00e3o desses dados, percebe-se que os jovens colocam a prepara\u00e7\u00e3o como fator importante na decis\u00e3o de empreender, por isso amadurecem suas ideias de neg\u00f3cio enquanto se preparam para decidir empreender ao t\u00e9rmino da gradua\u00e7\u00e3o ou p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Por isso a faixa et\u00e1ria de 26 a 30 anos \u00e9 a que mais empreende entre os jovens, e consequentemente \u00e9 o perfil correspondente a quem j\u00e1 conseguiu conquistar uma renda mediana\u201d, afirma a diretora de Projetos da Conaje, Ananda Carvalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Por meio da pesquisa foi poss\u00edvel identificar tamb\u00e9m que a maioria dos jovens empreendedores n\u00e3o fez investimentos para a capitaliza\u00e7\u00e3o de suas empresas (60%). De acordo com Fernando Grisi, este fato pode ser explicado pela maioria das empresas ser do ramo de \u2018servi\u00e7os\u2019, as quais necessitam de menor capital de investimento e, assim, os jovens conseguem driblar a grande barreira para empreender. Dentre os 40% dos jovens que buscaram capitaliza\u00e7\u00e3o para a empresa, a alternativa financiamento banc\u00e1rio ficou em primeiro lugar (54%), enquanto o apoio de fam\u00edlia e\/ou amigos em segundo (39%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Realizada em um ano de incertezas nos meios pol\u00edtico e econ\u00f4mico, o estudo trouxe importantes resultados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 percep\u00e7\u00e3o do jovem empreendedor para o Brasil e de como empreender no Pa\u00eds. A maioria dos participantes revelou que est\u00e1 pessimista sobre o cen\u00e1rio pol\u00edtico-econ\u00f4mico brasileiro (54%) e citou a elevada carga tribut\u00e1ria (58%), burocracia (23%) e legisla\u00e7\u00e3o (8%) como principais desafios externos \u00e0 atividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Percep\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\nSegundo Ananda Carvalho, os resultados alcan\u00e7ados com o estudo permitiram identificar pontos que precisam de respostas e mesmo de incentivos para uma mudan\u00e7a de postura ou evolu\u00e7\u00e3o. \u00c9 o caso do quantitativo de jovens mulheres que empreendem no Brasil (29%), bem abaixo do percentual masculino (71%). De acordo com ela, \u00e9 necess\u00e1rio entender se faltam oportunidades para que esse p\u00fablico possa investir no pr\u00f3prio neg\u00f3cio e como criar mecanismos, ferramentas, projetos e a\u00e7\u00f5es para ampliar o n\u00famero de mulheres jovens empreendedoras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O mesmo se aplica quando \u00e9 conhecimento para empreender. Os dados mostram que 86% relataram que n\u00e3o se prepararam para empreender e que 23% n\u00e3o buscaram nenhum apoio para a abertura ou crescimento da empresa. \u201cEstes indicativos trazem, em contrapartida, a reflex\u00e3o de que h\u00e1 uma eminente necessidade que o pa\u00eds invista em pol\u00edticas p\u00fablicas que incentivem o empreendedorismo e o primeiro neg\u00f3cio entre os jovens, como alternativa de gera\u00e7\u00e3o do autoemprego e renda, sobretudo em tempos de crise onde os \u00edndices de desemprego aumentam e a perspectiva do jovem se torna limitada no mercado de trabalho\u201d, relata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Ananda refor\u00e7a que essa percep\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 conhecida pela Conaje \u2013 que inclusive re\u00fane jovens empres\u00e1rios que tamb\u00e9m passaram por dificuldades ou falta de conhecimento para iniciar um neg\u00f3cio -, tanto que a institui\u00e7\u00e3o tem desenvolvido projetos como Minha Primeira Empresa, Conaje Capacita, Conaje Agro, al\u00e9m de eventos como Congresso Nacional de Jovens Empreendedores, exatamente para auxiliar quem quer empreender no Brasil. \u201cA Conaje lidera o Programa Minha Primeira Empresa, implantado em Goi\u00e1s e Piau\u00ed, e que re\u00fane em um s\u00f3 lugar capacita\u00e7\u00e3o, cr\u00e9dito orientado e acompanhamento das empresas abertas. O programa j\u00e1 atendeu mais de 4 mil jovens que desejavam abrir seus primeiros neg\u00f3cios, abrindo mais de 300 empresas no pa\u00eds\u201d, enfatiza.<br \/>\nA diretora acrescenta que \u00e9 economicamente indiscut\u00edvel a import\u00e2ncia dos jovens empreendedores no Pa\u00eds, onde a grande maioria das empresas (70%) responde por empregar at\u00e9 9 funcion\u00e1rios e 21% delas por empregar de 10 a 49 funcion\u00e1rios. \u201cEstes dados demonstram um importante setor de investimentos para a gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda para a popula\u00e7\u00e3o. O incentivo ao empreendedorismo jovem, iniciando na educa\u00e7\u00e3o de base como preparat\u00f3rio para o empreender, se mostra portanto como uma estrat\u00e9gia econ\u00f4mica vi\u00e1vel e indispens\u00e1vel ao pa\u00eds. Pol\u00edticas p\u00fablicas de incentivo ao primeiro neg\u00f3cio, que desoneram o jovem empreendedor durante seu primeiro ano de empreendimento,por exemplo, s\u00e3o estrat\u00e9gias que, se tomadas anteriormente, poderiam ter sido uma sa\u00edda salutar para os jovens rec\u00e9m formados ou em gradua\u00e7\u00e3o que sofrem com a crise do desemprego\u201d, finaliza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>MAIS RESULTADOS<\/strong><br \/>\n<strong>PERFIL DO JOVEM EMPREENDEDOR BRASILEIRO<\/strong><br \/>\n\u2022 71% do sexo masculino e 29% do sexo feminino;<br \/>\n\u2022 35% com idade entre 26 e 30 anos, 28% de 31 a 35 anos e 18% de 21 a 25 anos;<br \/>\n\u2022 32% com renda familiar de 6 a 10 sal\u00e1rios m\u00ednimos, 22% de 3 a 5 sal\u00e1rios m\u00ednimos e 21% de 11 a 19 sal\u00e1rios m\u00ednimos;<br \/>\n\u2022 42% com ensino superior, 39% p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e 12% com ensino m\u00e9dio;<br \/>\n\u2022 25% decidiram serem empres\u00e1rios por identificar oportunidade de neg\u00f3cio, 25% sempre quiseram ser empreendedores e 18% por querer mais independ\u00eancia;<br \/>\n\u2022 86% n\u00e3o se prepararam para empreender;<br \/>\n\u2022 62,8% utilizam sites e redes sociais para se informar sobre empreendedorismo, 57,5% tamb\u00e9m participam de eventos e 53,9% conciliam em atividades de movimentos de jovens empreendedores;<br \/>\n\u2022 57% participam de entidades representativas de jovens empreendedores, sendo 51% em Associa\u00e7\u00f5es de Jovens Empreendedores (AJEs), 22% em movimento jovem do com\u00e9rcio;<br \/>\n\u2022 51% participam de entidades representativas por causa da rede de contatos, 17% devido \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de novos neg\u00f3cios, 17% para discuss\u00e3o de pautas e 15% para capacita\u00e7\u00e3o;<br \/>\n\u2022 63% possuem apenas uma empresa, 25% t\u00eam duas, 7% tr\u00eas empresas, 3% mais de quatro e 2% possuem quatro;<br \/>\n\u2022 51% dos jovens empreendedores possuem micro empresa, 20% empresa de pequeno porte, 18% s\u00e3o MEI, 9% com m\u00e9dia empresa e 1% com grande;<br \/>\n\u2022 70% possuem at\u00e9 nove funcion\u00e1rios, 21% de 10 a 49 funcion\u00e1rios, 5% mais de 100 funcion\u00e1rios e 4% de 50 a 99 funcion\u00e1rios;<br \/>\n\u2022 31% conseguem faturamento de R$ 60 e R$ 360 mil, 29% at\u00e9 R$ 60 mil, 29% entre R$ 360 mil a 3,6 milh\u00f5es, e 10% entre R$ 3,6 milh\u00f5es e R$ 48 milh\u00f5es;<br \/>\n\u2022 49% possuem cinco ou mais anos de empresa, 20% um ano, 13% dois anos, 11% tr\u00eas anos e 8% quatro anos;<br \/>\n\u2022 52% desejam abrir um novo neg\u00f3cio em um segmento diferente, 25% no mesmo segmento e 23% n\u00e3o pretendem abrir nova empresa;<br \/>\n\u2022 66% n\u00e3o possuem empresa familiar e 34% sim;<br \/>\n\u2022 54% conseguiram investimento por meio de financiamento banc\u00e1rio, 39% atrav\u00e9s de fam\u00edlia e\/ou amigos, 5% investimento-anjo e 2% por fundos de capital de risco;<br \/>\n\u2022 27% buscaram apoio do Sebrae para abertura ou crescimento da empresa, 23% nenhum apoio, 23% internet, 17% consultoria, 6% Universidades e 4% por incubadoras;<br \/>\n\u2022 30% possuem dificuldades de gest\u00e3o financeira, 27% de gest\u00e3o de pessoas, 25% no planejamento, 12% no marketing e 5% outros;<br \/>\n\u2022 58% listam a cara tribut\u00e1ria elevada como principal desafio externo, 23% a burocracia, 8% a legisla\u00e7\u00e3o, 6% a log\u00edstica e 5% outros;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Confira a pesquisa completa neste\u00a0<a href=\"http:\/\/conaje.com.br\/wp-content\/uploads\/Relat%C3%B3rio-da-2%C2%AA-edi%C3%A7%C3%A3o-da-pesquisa.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"\">Relat\u00f3rio da 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o da pesquisa<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">*\u00a0<em>Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/conaje.com.br\/projetos\/pesquisa-conaje\" target=\"_blank\">http:\/\/conaje.com.br\/projetos\/pesquisa-conaje<\/a><\/em><\/p>\n<p>[:]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[:pt]A pesquisa \u201cPerfil do Jovem Empreendedor Brasileiro\u201d mostra que a maioria dos jovens empreendedores \u00e9 do sexo masculino e possui uma micro empresa. [:]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":21242,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[3],"tags":[],"calendar":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21240"}],"collection":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21240"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21240\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21250,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21240\/revisions\/21250"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21242"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21240"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21240"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21240"},{"taxonomy":"calendar","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/calendar?post=21240"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}