{"id":20886,"date":"2017-10-24T14:44:15","date_gmt":"2017-10-24T17:44:15","guid":{"rendered":"http:\/\/anprotec.org.br\/site\/?p=20886"},"modified":"2017-10-24T14:46:42","modified_gmt":"2017-10-24T17:46:42","slug":"transformacao-das-cidades-e-tema-de-sessao-plenaria-da-27a-conferencia-anprotec","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/2017\/10\/transformacao-das-cidades-e-tema-de-sessao-plenaria-da-27a-conferencia-anprotec\/","title":{"rendered":"[:pt]Transforma\u00e7\u00e3o das cidades \u00e9 tema de sess\u00e3o plen\u00e1ria da Confer\u00eancia Anprotec[:]"},"content":{"rendered":"<p>[:pt]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-20890\" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/DSC_3371_Easy-Resize.com_-800x423-270x160.jpg\" alt=\"DSC_3371_Easy-Resize.com_-800x423\" width=\"270\" height=\"160\" \/>Na abertura do 2\u00ba dia da 27\u00aa Confer\u00eancia Anprotec, mais de 500 pessoas participaram de sess\u00e3o plen\u00e1ria que apresentou cases e promoveu debate sobre como a tecnologia e o investimento na inova\u00e7\u00e3o foram capazes de transformar cidades e economias ao redor do mundo. Com a media\u00e7\u00e3o de Mauricio Guedes, ex-diretor do Parque Tecnol\u00f3gico da UFRJ, organizador local da confer\u00eancia, o evento contou com a apresenta\u00e7\u00e3o de Boaz Golany, vice-presidente de Rela\u00e7\u00f5es Externas e Desenvolvimento do Instituto de Tecnologia de Israel (Tecnion) e Luis Sanz, diretor geral da Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Parques Tecnol\u00f3gicos (IASP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Durante cerca de uma hora, Boaz Golany apresentou detalhadamente o case de Israel, que saiu da posi\u00e7\u00e3o de pa\u00eds de Terceiro Mundo na d\u00e9cada de 50 para, atualmente, a lideran\u00e7a global em inova\u00e7\u00e3o e tecnologia. Segundo Golany, Israel contava com alguns fatores externos anteriores que tamb\u00e9m facilitaram a transforma\u00e7\u00e3o, entre eles a for\u00e7a de trabalho altamente qualificada formada por israelenses e imigrantes e a tradi\u00e7\u00e3o do pa\u00eds em investir em educa\u00e7\u00e3o e tecnologia. Al\u00e9m disso, o pa\u00eds contou com investimento e incentivo p\u00fablico, segundo o executivo, que relatou que desde 1968 mais de 4% do PIB de Israel \u00e9 dedicado \u00e0 pesquisa e desenvolvimento. Foi tamb\u00e9m por iniciativa do governo, contou ele, que foi criado o primeiro fundo de capital de risco para startups com condi\u00e7\u00f5es extremamente favor\u00e1veis. Em 10 anos, a pol\u00edtica governamental come\u00e7ou a trazer resultados e, neste per\u00edodo, foram criados outros dez novos fundos de venture capital.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Al\u00e9m deste fator, segundo Bolany, o investimento em inova\u00e7\u00e3o foi permeado por necessidades estrat\u00e9gicas do pa\u00eds, entre elas a de garantir a integridade do territ\u00f3rio e, por conta disso, alavancar o desenvolvimento de novas tecnologias na Aeron\u00e1utica e Defesa. A partir de ent\u00e3o, foram criados 4 novos parques tecnol\u00f3gicos al\u00e9m do Tecnion, novas empresas de grande porte, como IBM, Intel e Motorola, al\u00e9m de centenas de startups, passaram a tratar o territ\u00f3rio israelense como um territ\u00f3rio f\u00e9rtil e amig\u00e1vel para a inova\u00e7\u00e3o e empreendedorismo. Desde 2003, Israel tem investido fortemente em nanomedicina e ampliado sua atua\u00e7\u00e3o por meio de parcerias internacionais, entre elas com a Cornell Tech, em Nova York; e a Guangdong Technion Israel Institute of Tecnology.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Finalizando sua apresenta\u00e7\u00e3o, Bolany listou quais seriam os ingredientes mais importantes para a promo\u00e7\u00e3o da inova\u00e7\u00e3o: \u201cAs pessoas n\u00e3o deveriam temer se arriscar ou fracassar. N\u00f3s incentivamos a falha para prosseguir. Outra quest\u00e3o \u00e9 conseguir manter heterogeneidade e promover a diversidade de \u00e1reas, pessoas e parcerias\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">J\u00e1 Luis Sanz, em suas palestras, promoveu o questionamento \u00e0 plateia sobre o porqu\u00ea de algumas regi\u00f5es, independentemente de pol\u00edticas de incentivo de governo, conseguirem sucesso em seus projetos de empreendedorismo e inova\u00e7\u00e3o. Segundo ele, a cultura local \u00e9 fator preponderante para esta equa\u00e7\u00e3o: \u201cAcredito que criar ambientes f\u00e9rteis de empreendedorismo e inova\u00e7\u00e3o tem a ver com a cultura do pa\u00eds, com o conjunto de valores com que uma dada sociedade compartilha. N\u00e3o depende exclusivamente de legisla\u00e7\u00e3o\u201d, conta ele. Para Sanz, este seria o momento de se iniciar a articula\u00e7\u00e3o de um discurso global que alcance estes valores: \u201c\u00c9 nosso dever \u00e9tico nos reunirmos em uma batalha que vai al\u00e9m da simples administra\u00e7\u00e3o de um projeto. \u00c9 preciso articular um discurso social que estipule e alcance os valores de empreendedorismo e inova\u00e7\u00e3o que sempre defendemos\u201d.<\/p>\n<p>[:]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[:pt]Mais de 500 pessoas participaram da sess\u00e3o mediada por Mauricio Guedes que reuniu Boaz Golany, do Tecnion, e Luis Sanz, da IASP. 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