{"id":1135,"date":"2016-11-06T20:56:05","date_gmt":"2016-11-06T20:56:05","guid":{"rendered":"http:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/?p=683"},"modified":"2016-11-06T20:56:05","modified_gmt":"2016-11-06T20:56:05","slug":"cerne-da-inicio-a-um-novo-movimento-nas-incubadoras-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/cerne-da-inicio-a-um-novo-movimento-nas-incubadoras-brasileiras\/","title":{"rendered":"Cerne d\u00e1 in\u00edcio a um novo ciclo nas incubadoras brasileiras"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne-antigo\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/shutterstock_393506284.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-684 \" src=\"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne-antigo\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/shutterstock_393506284-527x323.jpg\" alt=\"shutterstock_393506284\" width=\"334\" height=\"205\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ap\u00f3s do primeiro grupo de incubadoras brasileiras como Centro de Refer\u00eancia para Apoio a Novos Empreendimentos (Cerne), consultores e avaliadores se preparam para a implanta\u00e7\u00e3o do modelo em outras incubadoras e a evolu\u00e7\u00e3o das primeiras certificadas. A expectativa \u00e9 que esse primeiro grupo contribua para a gera\u00e7\u00e3o de mais e melhores empreendimentos inovadores e que os desafios enfrentados sirvam de exemplo para as pr\u00f3ximas implanta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O processo de implanta\u00e7\u00e3o do Cerne vem sendo desenvolvido por Anprotec e Sebrae desde 2008, ano em que foi realizado o primeiro workshop sobre o modelo de gest\u00e3o. O evento, que reuniu representantes das duas institui\u00e7\u00f5es e de incubadoras de todo pa\u00eds, promoveu as primeiras discuss\u00f5es a respeito da estrutura dos futuros Centros. Al\u00e9m disso, nessa ocasi\u00e3o foi distribu\u00edda a primeira cartilha do Cerne. \u201cFoi uma prova de fogo para toda a equipe envolvida, que enfrentou, assim como as incubadoras, a primeira rodada de um desafio\u201d, explica a diretora t\u00e9cnica do Instituto Christiano Becker (ICB), Regina Faria.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, come\u00e7aram as an\u00e1lises sobre o formato das capacita\u00e7\u00f5es e a defini\u00e7\u00e3o dos direitos e deveres das incubadoras, bem como a metodologia do processo, para que os ambientes de inova\u00e7\u00e3o pudessem iniciar a implanta\u00e7\u00e3o. Em seguida, a Anprotec deu in\u00edcio \u00e0 \u00a0sele\u00e7\u00e3o e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de consultores que pudessem auxiliar as incubadoras na implanta\u00e7\u00e3o do modelo. Como consequ\u00eancia de todo esse processo preparat\u00f3rio, a metodologia foi consolidada, os manuais foram atualizados e incrementados e os gestores de incubadoras tiveram acesso a ferramentas e orienta\u00e7\u00f5es que permitiram a implanta\u00e7\u00e3o do modelo.<\/p>\n<p><strong>Primeiro grupo<\/strong><\/p>\n<p>O modelo Cerne determina boas pr\u00e1ticas a serem adotadas em diversos processos-chave, que est\u00e3o associados a n\u00edveis de maturidade (Cerne 1, Cerne 2, Cerne 3 e Cerne 4). Cada n\u00edvel de maturidade representa um passo da incubadora em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 melhoria cont\u00ednua. As primeiras nove incubadoras foram certificadas em rela\u00e7\u00e3o ao Cerne 1.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s certificar esse primeiro grupo, o Instituto Christiano Becker, que det\u00e9m exclusividade para o desenvolvimento das avalia\u00e7\u00f5es, trabalha para que mais incubadoras sejam certificadas como Cerne 1, bem como para que o primeiro grupo avance para o Cerne 2. \u201cEstamos come\u00e7ando uma nova etapa no movimento brasileiro de incubadoras\u201d, comemora a diretora do ICB, Regina Faria.<\/p>\n<p>A diretora do Instituto incentiva as incubadoras certificadas a manterem sempre atualizados os seus procedimentos, pois as pr\u00e1ticas evoluem rapidamente. \u201cAs incubadoras s\u00e3o seres vivos, que interagem com o ecossistema de inova\u00e7\u00e3o, sendo natural que seus processos estejam em constante evolu\u00e7\u00e3o\u201d, explicou.<\/p>\n<p>De acordo com a consultora de projetos da Anprotec, Evelin Christina Astolpho, o primeiro grupo de institui\u00e7\u00f5es certificadas est\u00e1 pronto para implantar o Cerne 2. \u201cCom essas incubadoras tendo passado pelo processo de certifica\u00e7\u00e3o, avan\u00e7amos agora para o n\u00edvel 2\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>A incubadora Raiar, de Porto Alegre (RS), que integra o primeiro grupo de certificadas, est\u00e1 organizando internamente os processos do Cerne 1, para tra\u00e7ar estrat\u00e9gias que ajudem a institui\u00e7\u00e3o a ampliar limites e alcan\u00e7ar o Cerne 2. \u201cO que vamos fazer \u00e9 adequar as mudan\u00e7as necess\u00e1rias para alcan\u00e7armos o Cerne 2, pensar em uma abertura maior para a comunidade em rela\u00e7\u00e3o aos resultados da incubadora, mas sem deixar de pensar no que aprendemos no\u00a0Cerne 1\u2033, afirma a assessora estrat\u00e9gia da incubadora, Kellen Fraga. Segundo ela, nesta segunda etapa, a incubadora dever\u00e1 estar mais atenta \u00e0s especificidades de suas startups. \u201cA segunda fase mostra que precisamos fazer um trabalho cada vez mais direcionado para o problema de cada um e isso tem sido um grande aprendizado\u201d, conclui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s entrega das primeiras certifica\u00e7\u00f5es do processo, a equipe de implanta\u00e7\u00e3o do Cerne e incubadoras certificadas se preparam para nova fase. <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":684,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-1135","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1135","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1135"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1135\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/wp-json\/wp\/v2\/media\/684"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1135"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1135"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anprotec.org.br\/cerne\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1135"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}